Com um plano recorrente, a sua empresa mantém as atualizações programadas, conhece o investimento com antecedência e conta com acompanhamento especializado em cada ciclo, sem precisar realizar novas cotações ou buscar fornecedores a cada novo lançamento.
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A atualização não é apenas uma troca de versão. Ela envolve infraestrutura, banco de dados, módulos, customizações, integrações e processos utilizados diariamente pela empresa.
Quanto mais tempo a atualização é adiada, maior pode ser a distância tecnológica entre o ambiente atual e as versões suportadas, elevando a complexidade do próximo projeto.
Datas futuras devem ser confirmadas no calendário oficial antes do planejamento definitivo.
A previsão é que esta release consolide a transição para o Configurador de Tributos, com o fim do uso do campo TES. O escopo e o cronograma devem ser confirmados na documentação oficial.
A Reforma Tributária traz novos tributos, classificações, campos fiscais e regras de cálculo. Manter o ERP em uma release vigente é essencial para receber as adequações técnicas necessárias e parametrizar o Configurador de Tributos com mais segurança.
Centraliza classificações, bases de cálculo, alíquotas, operações incidentes e outras regras fiscais utilizadas nos documentos e processos do ERP.
As atualizações do sistema incorporam estruturas, cadastros e validações necessárias para o tratamento dos novos tributos e dos leiautes definidos durante a transição.
Um ambiente atualizado reduz incompatibilidades técnicas e facilita os testes, a homologação e a aplicação das novas regras antes que elas afetem o faturamento da empresa.
As datas, regras e obrigações da Reforma Tributária podem ser atualizadas pelos órgãos competentes. Confirme sempre o cronograma e os documentos técnicos oficiais antes do planejamento definitivo.
O escopo não deve ser definido apenas pela release de origem e pela release de destino. A estrutura técnica e operacional do ambiente determina o esforço necessário.
Avaliação de servidores, sistema operacional, aplicação, capacidade e requisitos técnicos.
Verificação da tecnologia utilizada, volume da base, compatibilidade e requisitos para a atualização.
Levantamento de programas personalizados que podem exigir análise, testes ou correções.
Mapeamento dos sistemas externos conectados ao ERP e dos fluxos que precisam ser homologados.
Identificação das áreas que participarão dos testes e das validações funcionais.
Planejamento das bases de teste, homologação, produção, backups e estratégia de retorno.
O projeto é estruturado para reduzir riscos, validar os processos críticos e preparar uma entrada em produção mais previsível.
Alinhamento do projeto, definição dos responsáveis, avaliação do ambiente, cronograma e kickoff.
Criação da base, backup, preparação dos artefatos e migração inicial para o ambiente de testes.
Execução da atualização, validações técnicas e identificação de inconsistências iniciais.
Validação dos módulos, simulação dos processos e reporte de ocorrências pelos usuários-chave.
Validações finais, preparação da janela, atualização do ambiente produtivo e Go Live.
Monitoramento pós-atualização, suporte ao primeiro ciclo operacional e encerramento técnico.
O cronograma abaixo é uma referência. A duração real depende do volume da base, dos módulos, das customizações, das integrações e da disponibilidade para homologação.
Levantamento, kickoff, definição do cronograma e preparação inicial do ambiente.
Criação da base, migração e execução da atualização inicial.
Testes internos, validação dos usuários e levantamento das ocorrências.
Correções previstas no escopo, novos testes e preparação da produção.
Atualização da produção, acompanhamento e encerramento do projeto.
Os módulos e processos críticos precisam ser homologados no ambiente de testes antes da atualização da produção.
Alguns itens podem exigir diagnóstico, horas especializadas ou um projeto complementar, de acordo com a condição atual do ambiente.
Manutenção, refatoração ou correção de programas personalizados.
Ajustes em conexões, APIs, rotinas de importação e exportação.
Migrações ou adequações estruturais específicas no ambiente.
Troca de banco, sistema operacional, servidores ou componentes desatualizados.
Capacitação extra para novos recursos ou mudanças de processo.
Correções necessárias antes de iniciar a atualização da release.
Redesenho das rotinas que extrapolam o escopo técnico do upgrade.
Demandas identificadas durante o levantamento ou a homologação.
Um calendário de atualização reduz a dependência de projetos emergenciais e ajuda a empresa a manter sua arquitetura tecnológica mais sustentável.
O ambiente permanece em uma release coberta pelo ciclo regular do produto.
Maior preparo para receber pacotes relacionados a mudanças fiscais, trabalhistas e regulatórias.
Menor dependência de componentes, bancos e sistemas operacionais antigos.
Novos recursos e melhorias funcionais são disponibilizados nas versões mais recentes.
Um projeto planejado reduz o risco de atualizações emergenciais provocadas pela expiração.
A empresa evita acumular vários ciclos de mudanças antes do próximo upgrade.
A Atos Data conduz o projeto com metodologia estruturada, documentação técnica e acompanhamento das etapas de planejamento, execução e encerramento.
Converse com os especialistas da Atos Data para avaliar a release atual, os riscos do ambiente e as etapas necessárias para realizar a atualização com mais segurança e previsibilidade.
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