Por que escolher o parceiro certo para o ERP em 2026 vai além da Reforma

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parceiro protheus 2026

Para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus, 2026 representa uma mudança estrutural. A Reforma Tributária, o avanço do Configurador de Tributos e o fim gradual do uso do TES como motor fiscal principal criam um cenário que vai muito além de adequações legais.

O que está em jogo não é apenas conformidade tributária. É continuidade operacional, integração entre áreas, confiabilidade dos dados e capacidade de evolução do ERP em um ambiente cada vez mais conectado.

Nesse contexto, o Protheus deixa de ser apenas um sistema fiscal ou contábil e passa a ser o eixo central de uma operação integrada, onde qualquer mudança impacta pedidos, faturamento, logística, financeiro, conciliações e tomada de decisão.

O erro mais comum: tratar a transição como um projeto isolado

Com a entrada da Reforma Tributária, muitas empresas concentraram esforços exclusivamente na configuração dos novos tributos. Essa decisão foi correta no curto prazo, mas insuficiente como estratégia de médio e longo prazo.

O maior risco em 2026 é tratar essa transição como um projeto pontual, desconectado do restante do ambiente Protheus. O modelo híbrido, novos tributos no Configurador de Tributos e impostos antigos mantidos no TES, é uma ponte necessária, mas temporária.

Quando essa transição não considera integrações, fluxos operacionais e dependências sistêmicas, o impacto aparece depois: retrabalho, inconsistências, dificuldades de atualização e decisões tomadas sob pressão de prazo.

O ERP real vive conectado a um ecossistema

Na prática, o Protheus raramente opera de forma isolada. Ele se conecta a um ecossistema complexo que sustenta o negócio no dia a dia.

Pedidos entram por plataformas de e-commerce B2C e B2B. Marketplaces centralizam vendas e regras comerciais. Integrações logísticas cuidam de frete, fulfillment e transportadoras. Conciliações financeiras garantem que o faturamento, os recebíveis e os repasses estejam corretos. APIs bancárias viabilizam automação financeira e fluxo de caixa.

Qualquer alteração na arquitetura fiscal impacta diretamente esse ecossistema. Por isso, a transição para o novo modelo tributário e o fim do TES não podem ser tratados apenas como um ajuste técnico isolado.

A importância de um parceiro que domina o ERP e o entorno

É nesse ponto que a escolha do parceiro ganha peso estratégico.

Em 2026, não basta conhecer o Protheus em sua camada interna. É fundamental dominar o ERP em conjunto com todo o seu ecossistema de integrações. Isso inclui plataformas de e-commerce, marketplaces, hubs de pedidos, soluções de conciliação, logística, fulfillment e integrações financeiras.

A Atos Data atua exatamente nesse ponto crítico. Mais do que implementar ajustes fiscais, a empresa desenvolve integrações nativas em ADVPL e TL++, homologadas com parceiros estratégicos como VTEX, AnyMarket, Mercos, plataformas de e-commerce, soluções de conciliação financeira, integrações bancárias, operadores logísticos e ambientes de fulfillment.

Esse domínio permite que a evolução do Protheus aconteça sem rupturas no restante da operação.

Metodologia, governança e experiência prática

Outro fator decisivo em projetos de transição é a forma como eles são conduzidos.

Ambientes Protheus complexos exigem metodologia, documentação, governança e acompanhamento contínuo. A Atos Data estrutura seus projetos com base em boas práticas de gestão, cronogramas claros, homologações controladas e visão de risco.

Essa abordagem é resultado de mais de uma década de atuação, centenas de projetos entregues e experiência real em ambientes fiscais, financeiros, logísticos e comerciais de alta complexidade.

O objetivo não é apenas fazer o sistema funcionar, mas garantir previsibilidade, segurança e capacidade de evolução ao longo do tempo.

Por que isso faz diferença na Reforma Tributária e no fim do TES

A Reforma Tributária e o fim do TES expõem fragilidades que antes estavam ocultas. Regras antigas, exceções fiscais e integrações mal documentadas deixam de ser apenas detalhes técnicos e passam a representar riscos reais.

Quando a transição é conduzida por um parceiro que enxerga o todo, esses riscos são tratados de forma estruturada. O legado é mapeado, traduzido para o novo modelo e integrado ao restante do ecossistema, reduzindo retrabalho e evitando decisões emergenciais.

Isso faz com que a empresa atravesse 2026 com mais segurança, menos impacto operacional e maior clareza sobre os próximos passos do ERP.

Conclusão: 2026 exige visão sistêmica e decisões conscientes

Em 2026, escolher um parceiro Protheus não é uma decisão operacional. É uma decisão estratégica.

A Reforma Tributária é apenas o ponto de partida. O verdadeiro desafio está em garantir que o ERP, suas integrações e seus processos evoluam de forma coerente e sustentável.

Empresas que optam por parceiros com visão sistêmica, domínio técnico e experiência prática tendem a reduzir riscos, ganhar previsibilidade e construir um ambiente Protheus preparado para o futuro.

Mais do que atravessar a transição, trata-se de sair dela mais estruturada, integrada e segura.

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