TES e Configurador de Tributos: guia completo sobre a transição fiscal na Reforma Tributária
O que mudou no ERP com a Reforma Tributária? A Reforma Tributária, iniciada em 2026, trouxe mudanças estruturais para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus. A criação do IBS e da CBS não representa apenas a alteração de alíquotas, mas uma mudança profunda na arquitetura de cálculo tributário do sistema. Historicamente, o Protheus sempre utilizou o TES (Tipos de Entrada e Saída) como base para o cálculo de impostos. No entanto, com a Reforma Tributária, o Configurador de Tributos no Protheus passa a assumir o papel de motor fiscal principal. Por esse motivo, entender a relação entre TES e Configurador de Tributos no Protheus tornou-se essencial para a continuidade operacional e fiscal das empresas. O que é o modelo híbrido de tributos no Protheus? Atualmente, a maioria das empresas opera em um modelo híbrido de tributos no Protheus. Nesse modelo: Essa abordagem foi necessária para garantir continuidade no curto prazo. Contudo, é importante destacar que o modelo híbrido não foi projetado como solução definitiva. Existe um período de testes para o IBS e a CBS? Sim. A regulamentação da Reforma Tributária definiu um período oficial de testes e validações, válido para todas as empresas usuárias do Protheus. Durante esse período: Ou seja, o período de testes foi criado para permitir adaptação técnica, e não para postergar indefinidamente a migração do legado fiscal. Até quando vai o período de testes da Reforma Tributária? O período de maior flexibilidade vai até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos do IBS e da CBS. A partir desse marco: Portanto, o período de testes existe, mas possui prazo definido. O TES vai deixar de existir no ERP? O TES não deixa de existir de forma imediata. No entanto, ele perde protagonismo técnico dentro do Protheus. De acordo com o roadmap do sistema, o Configurador de Tributos no Protheus se consolida como motor fiscal principal, enquanto o TES passa a ter um papel cada vez mais limitado. Manter regras complexas exclusivamente no TES tende a gerar retrabalho, dificuldades de atualização e limitações técnicas em releases futuras. Qual é a principal dificuldade das empresas na transição do TES? Na prática, o maior desafio não está em entender o Configurador de Tributos no Protheus. A principal dificuldade das empresas é migrar toda a lógica histórica construída no TES. Essa lógica envolve: Sem método, essa migração se torna lenta, arriscada e difícil de homologar. Por que adiar a migração do TES aumenta o risco? À medida que o período de testes avança, o tempo disponível para ajustes diminui. Além disso, projetos iniciados sob pressão tendem a ser mais caros e menos previsíveis. Por outro lado, empresas que utilizam esse período para mapear regras, testar cálculos em paralelo e estruturar a migração com antecedência reduzem riscos e ganham previsibilidade. Qual é a forma mais segura de migrar do TES para o Configurador de Tributos? A migração do TES para o Configurador de Tributos no Protheus deve ser tratada como um processo estruturado, e não como um evento pontual. Esse processo envolve: Dessa forma, é possível reduzir impactos operacionais e garantir maior estabilidade durante a transição. Como a Atos Data apoia a migração do TES? A Atos Data atua apoiando empresas que utilizam o Protheus na migração do TES para o Configurador de Tributos, combinando metodologia estruturada com carga automatizada de dados. Essa abordagem permite: Assim, as empresas conseguem aproveitar o período de testes como vantagem estratégica. Conclusão: como preparar o ERP para o novo cenário tributário A Reforma Tributária alterou de forma definitiva a arquitetura fiscal do Protheus. O período de testes oferece tempo para adaptação, mas exige planejamento. Mais do que configurar novos tributos, o desafio agora é migrar o legado do TES para o Configurador de Tributos no Protheus de forma estruturada, segura e previsível. Empresas que iniciam esse processo durante o período de testes reduzem riscos, ganham controle e preparam o ERP para evoluir de forma sustentável no novo cenário tributário.
Fim do TES no ERP: o período de testes em andamento e o que muda quando as regras do IBS e da CBS forem endurecidas
O período de adaptação ainda está em curso, mas tem prazo definido Desde o início da Reforma Tributária, no dia primeiro de janeiro de 2026, empresas usuárias do ERP Protheus passaram a conviver com um novo cenário técnico fiscal. A introdução do IBS e da CBS exigiu mudanças estruturais no cálculo de tributos, levando muitas organizações a adotarem o chamado modelo híbrido, no qual os novos tributos são calculados no Configurador de Tributos enquanto os impostos antigos continuam operando via TES. Atualmente, as empresas ainda se encontram no período inicial de testes e validações, no qual não há aplicação imediata de penalidades relacionadas ao preenchimento dos campos específicos do IBS e da CBS nos documentos fiscais eletrônicos. No entanto, esse período é transitório e possui prazo definido. À medida que ele avança, o nível de exigência técnica e operacional sobre o Protheus e sua arquitetura fiscal tende a aumentar. O que é o período de testes e validações do IBS e da CBS De acordo com a regulamentação inicial da Reforma Tributária, não houve aplicação de penalidades pela ausência de preenchimento ou registro dos campos específicos do IBS e da CBS nos documentos fiscais eletrônicos, até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos desses tributos. Na prática, esse período funciona como uma fase de adaptação. Ele permite que as empresas configurem seus sistemas, realizem testes e entendam a nova lógica tributária sem sofrer penalidades imediatas. Contudo, é fundamental destacar que esse prazo nunca teve como objetivo postergar indefinidamente a adequação. Pelo contrário, ele foi criado para viabilizar uma transição organizada. O que muda a partir do primeiro dia do quarto mês A partir do encerramento desse período, as regras passam a ser aplicadas com maior rigor. Isso significa que os campos relacionados ao IBS e à CBS deixam de ser tolerados como opcionais e passam a ser exigidos de forma consistente nos documentos fiscais eletrônicos. Consequentemente, empresas que ainda operam com configurações incompletas, ajustes manuais ou dependência excessiva do TES passam a assumir riscos maiores, tanto do ponto de vista fiscal quanto operacional. Além disso, esse novo momento reforça uma realidade técnica já conhecida: o modelo híbrido não foi concebido como solução definitiva. O impacto direto no Protheus e no uso do TES Embora o prazo regulatório tenha concedido um fôlego inicial, o roadmap técnico do Protheus aponta para um caminho claro. O Configurador de Tributos passa a assumir o papel de motor fiscal principal, enquanto o TES deixa gradualmente de ser o centro dos cálculos tributários. Nesse contexto, manter regras complexas, exceções e personalizações exclusivamente no TES começa a gerar atrito técnico, retrabalho e dificuldades de evolução do ERP. Portanto, o fim do período de testes não representa apenas um endurecimento legal, mas também um sinal claro de que a migração do legado fiscal precisa entrar na agenda estratégica das empresas. A principal dor das empresas: migrar o legado do TES Nas conversas com empresas que já configuraram o IBS e a CBS, um ponto é recorrente: o desafio não está em entender o Configurador de Tributos, mas em migrar toda a lógica histórica construída no TES. Anos de regras fiscais, exceções, TES inteligentes e particularidades operacionais precisam ser traduzidos para o novo modelo de cálculo. Sem método, esse processo se torna longo, arriscado e difícil de homologar. Por esse motivo, muitas empresas permanecem no modelo híbrido mais tempo do que deveriam, mesmo sabendo que ele tem prazo de validade técnica. Por que esperar aumenta o risco À medida que as regras do IBS e da CBS passam a ser exigidas com mais rigor, os riscos se acumulam. Divergências de cálculo, inconsistências nos documentos fiscais e dificuldades em atualizar o Protheus tornam-se mais prováveis. Além disso, projetos de migração iniciados sob pressão de prazo tendem a ser mais caros e menos controlados. Planejar a transição com antecedência permite validar regras em paralelo, reduzir impactos operacionais e garantir maior previsibilidade. O caminho mais seguro: tratar a migração como processo A migração do TES para o Configurador de Tributos não deve ser encarada como um evento pontual, mas como um processo estruturado. Isso envolve mapear regras existentes, traduzir a lógica fiscal, homologar cenários em paralelo e evoluir o ambiente por etapas. Quando conduzida dessa forma, a transição ocorre sem a necessidade de interromper a operação, reduzindo riscos e acelerando o tempo de adaptação ao novo modelo tributário. Conclusão: o fim do período de testes muda o jogo O período inicial sem penalidades cumpre o seu papel ao permitir que as empresas entrassem na Reforma Tributária com continuidade operacional. No entanto, com o fim dessa fase, o nível de exigência aumenta e a tolerância diminui. Mais do que nunca, o foco deixa de ser apenas configurar os novos tributos e passa a ser migrar o legado do TES de forma estruturada e segura. Empresas que iniciam esse processo agora ganham previsibilidade, reduzem riscos e preparam o Protheus para evoluir em um cenário fiscal cada vez mais exigente. A Atos Data como parceira estratégica nessa transição A Atos Data atua como parceira estratégica de empresas que utilizam o ERP Protheus e precisam atravessar essa transição fiscal com segurança. Nossa abordagem combina metodologia de migração estruturada com carga automatizada de dados, permitindo acelerar significativamente a tradução das regras do TES para o Configurador de Tributos, sem depender de processos manuais extensos. Com isso, conseguimos: Mais do que implantar configurações, a Atos Data atua para viabilizar a saída definitiva do modelo híbrido, preparando o ambiente Protheus para os próximos ciclos fiscais e tecnológicos.
Integrações entre o ERP e plataformas de e-commerce: onde os projetos mais ganham ou mais falham
O e-commerce expõe tudo o que o ERP não resolve sozinho O crescimento do e-commerce colocou o ERP no centro da operação. Pedidos entram em grande volume, canais se multiplicam e a expectativa do cliente final é cada vez maior. Nesse cenário, o Protheus deixa de ser apenas um sistema de retaguarda e passa a atuar como o núcleo que sustenta faturamento, estoque, logística, financeiro e fiscal. É justamente nesse ponto que as integrações entre o Protheus e as plataformas de e-commerce deixam de ser um detalhe técnico e passam a ser um fator crítico de sucesso, ou de falha. Por que integrações são o maior ponto de fragilidade nos projetos de e-commerce Na prática, a maioria dos problemas em operações de e-commerce não está na plataforma de vendas nem no ERP isoladamente. Eles surgem na forma como esses sistemas se conectam. Integrações mal estruturadas costumam gerar: Esses problemas raramente aparecem no início do projeto. Eles surgem com o aumento do volume de pedidos, com campanhas comerciais mais agressivas ou com a entrada de novos canais. O erro comum: tratar a integração como projeto pontual Um dos erros mais frequentes é tratar a integração entre o Protheus e a plataforma de e-commerce como um projeto pontual, focado apenas em “fazer o pedido entrar no ERP”. Esse tipo de abordagem ignora pontos essenciais como: Quando esses fatores não são considerados desde o início, o custo aparece depois — em retrabalho, correções emergenciais e projetos de reestruturação. O papel do Protheus como orquestrador do e-commerce Em operações maduras, o Protheus precisa assumir o papel de orquestrador do ecossistema de e-commerce. Isso significa centralizar regras de negócio, garantir consistência de dados e sustentar a operação mesmo em cenários de alto volume transacional. Para que isso aconteça, as integrações precisam ser: Integrações frágeis funcionam apenas enquanto o volume é baixo. Integrações bem construídas sustentam o crescimento. Plataformas de e-commerce e a complexidade do ambiente real Plataformas como VTEX, Uappi, Magento, Wake Commerce, Tray, Shopify e WooCommerce oferecem grande flexibilidade comercial. No entanto, essa flexibilidade aumenta significativamente a complexidade do backoffice quando não existe uma integração sólida com o ERP. Cada plataforma possui particularidades em pedidos, preços, promoções, meios de pagamento, logística e cancelamentos. Sem uma integração bem estruturada com o Protheus, essas diferenças se transformam rapidamente em exceções operacionais, retrabalho e perda de controle Por outro lado, quando a integração é construída de forma nativa e pensada para operação real, os benefícios são claros: Esses benefícios não apenas reduzem o esforço operacional, como também criam uma base mais sólida para crescimento sustentável e tomada de decisão. Integrações validadas em operação fazem diferença Existe uma diferença significativa entre integrações conceituais e integrações validadas em operação real. Projetos que já passaram por diferentes cenários, volumes e modelos de negócio tendem a ser mais estáveis e previsíveis. Integrações que operam em centenas de ambientes diferentes acumulam aprendizado prático, ajustes de exceção e melhorias contínuas que dificilmente aparecem em projetos isolados. Esse fator se torna ainda mais relevante em 2026, quando a evolução do Protheus, a Reforma Tributária e o fim gradual do TES aumentam a complexidade do ambiente. Conclusão: integrações são decisão estratégica, não técnica Escolher como integrar o Protheus às plataformas de e-commerce é uma decisão que impacta diretamente a capacidade de crescimento da empresa. Mais do que escolher a plataforma certa, é fundamental garantir que o ERP e o ecossistema ao redor consigam operar de forma integrada, consistente e preparada para evoluir. Em um cenário de mudanças fiscais, aumento de volume e pressão por eficiência, integrações bem estruturadas deixam de ser um diferencial e passam a ser uma necessidade estratégica.
Por que escolher o parceiro certo para o ERP em 2026 vai além da Reforma
Para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus, 2026 representa uma mudança estrutural. A Reforma Tributária, o avanço do Configurador de Tributos e o fim gradual do uso do TES como motor fiscal principal criam um cenário que vai muito além de adequações legais. O que está em jogo não é apenas conformidade tributária. É continuidade operacional, integração entre áreas, confiabilidade dos dados e capacidade de evolução do ERP em um ambiente cada vez mais conectado. Nesse contexto, o Protheus deixa de ser apenas um sistema fiscal ou contábil e passa a ser o eixo central de uma operação integrada, onde qualquer mudança impacta pedidos, faturamento, logística, financeiro, conciliações e tomada de decisão. O erro mais comum: tratar a transição como um projeto isolado Com a entrada da Reforma Tributária, muitas empresas concentraram esforços exclusivamente na configuração dos novos tributos. Essa decisão foi correta no curto prazo, mas insuficiente como estratégia de médio e longo prazo. O maior risco em 2026 é tratar essa transição como um projeto pontual, desconectado do restante do ambiente Protheus. O modelo híbrido, novos tributos no Configurador de Tributos e impostos antigos mantidos no TES, é uma ponte necessária, mas temporária. Quando essa transição não considera integrações, fluxos operacionais e dependências sistêmicas, o impacto aparece depois: retrabalho, inconsistências, dificuldades de atualização e decisões tomadas sob pressão de prazo. O ERP real vive conectado a um ecossistema Na prática, o Protheus raramente opera de forma isolada. Ele se conecta a um ecossistema complexo que sustenta o negócio no dia a dia. Pedidos entram por plataformas de e-commerce B2C e B2B. Marketplaces centralizam vendas e regras comerciais. Integrações logísticas cuidam de frete, fulfillment e transportadoras. Conciliações financeiras garantem que o faturamento, os recebíveis e os repasses estejam corretos. APIs bancárias viabilizam automação financeira e fluxo de caixa. Qualquer alteração na arquitetura fiscal impacta diretamente esse ecossistema. Por isso, a transição para o novo modelo tributário e o fim do TES não podem ser tratados apenas como um ajuste técnico isolado. A importância de um parceiro que domina o ERP e o entorno É nesse ponto que a escolha do parceiro ganha peso estratégico. Em 2026, não basta conhecer o Protheus em sua camada interna. É fundamental dominar o ERP em conjunto com todo o seu ecossistema de integrações. Isso inclui plataformas de e-commerce, marketplaces, hubs de pedidos, soluções de conciliação, logística, fulfillment e integrações financeiras. A Atos Data atua exatamente nesse ponto crítico. Mais do que implementar ajustes fiscais, a empresa desenvolve integrações nativas em ADVPL e TL++, homologadas com parceiros estratégicos como VTEX, AnyMarket, Mercos, plataformas de e-commerce, soluções de conciliação financeira, integrações bancárias, operadores logísticos e ambientes de fulfillment. Esse domínio permite que a evolução do Protheus aconteça sem rupturas no restante da operação. Metodologia, governança e experiência prática Outro fator decisivo em projetos de transição é a forma como eles são conduzidos. Ambientes Protheus complexos exigem metodologia, documentação, governança e acompanhamento contínuo. A Atos Data estrutura seus projetos com base em boas práticas de gestão, cronogramas claros, homologações controladas e visão de risco. Essa abordagem é resultado de mais de uma década de atuação, centenas de projetos entregues e experiência real em ambientes fiscais, financeiros, logísticos e comerciais de alta complexidade. O objetivo não é apenas fazer o sistema funcionar, mas garantir previsibilidade, segurança e capacidade de evolução ao longo do tempo. Por que isso faz diferença na Reforma Tributária e no fim do TES A Reforma Tributária e o fim do TES expõem fragilidades que antes estavam ocultas. Regras antigas, exceções fiscais e integrações mal documentadas deixam de ser apenas detalhes técnicos e passam a representar riscos reais. Quando a transição é conduzida por um parceiro que enxerga o todo, esses riscos são tratados de forma estruturada. O legado é mapeado, traduzido para o novo modelo e integrado ao restante do ecossistema, reduzindo retrabalho e evitando decisões emergenciais. Isso faz com que a empresa atravesse 2026 com mais segurança, menos impacto operacional e maior clareza sobre os próximos passos do ERP. Conclusão: 2026 exige visão sistêmica e decisões conscientes Em 2026, escolher um parceiro Protheus não é uma decisão operacional. É uma decisão estratégica. A Reforma Tributária é apenas o ponto de partida. O verdadeiro desafio está em garantir que o ERP, suas integrações e seus processos evoluam de forma coerente e sustentável. Empresas que optam por parceiros com visão sistêmica, domínio técnico e experiência prática tendem a reduzir riscos, ganhar previsibilidade e construir um ambiente Protheus preparado para o futuro. Mais do que atravessar a transição, trata-se de sair dela mais estruturada, integrada e segura.
O que esperar do ERP em 2026 (e por que este ano não é como os outros)
2026 não é apenas mais um ciclo de atualização Para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus, 2026 marca um ponto de inflexão. Diferentemente de anos anteriores, as mudanças previstas não se limitam a melhorias incrementais, correções de bugs ou ajustes pontuais de legislação. O que está em curso é uma transformação estrutural na forma como o Protheus lida com regras fiscais, arquitetura tributária e continuidade operacional. Nesse contexto, decisões técnicas que antes podiam ser adiadas passam a ter impacto direto sobre risco fiscal, estabilidade do ERP e capacidade de evolução do sistema. Entender o que esperar do Protheus em 2026 é, portanto, uma etapa essencial para qualquer empresa que dependa do ERP como sistema central de gestão. A evolução natural do ERP e o fim dos modelos legados Historicamente, o Protheus sempre conviveu com camadas de legado. Essa característica permitiu que muitas empresas mantivessem operações estáveis por longos períodos, mesmo sem revisões estruturais profundas. No entanto, esse modelo começa a atingir seu limite. Com a Reforma Tributária e a evolução das releases, o Protheus avança para um modelo mais estruturado, parametrizável e alinhado às exigências fiscais modernas. Como consequência, componentes legados deixam de ser apenas uma herança técnica e passam a representar um ponto de fragilidade. Em 2026, esse movimento se intensifica. O sistema passa a exigir coerência entre regras fiscais, modelo operacional e arquitetura técnica. Ambientes que funcionam hoje, mas que se apoiam em soluções híbridas ou provisórias, tendem a apresentar riscos crescentes. O impacto da Reforma Tributária vai além do fiscal Um erro comum é tratar a Reforma Tributária como um tema exclusivamente fiscal. Na prática, seu impacto no Protheus é profundamente técnico e operacional. Novos tributos, novas regras de apuração e novos modelos de cálculo exigem um ERP capaz de sustentar mudanças contínuas sem gerar retrabalho, inconsistência contábil ou dependência excessiva de ajustes manuais. Isso significa que a forma como o Protheus está configurado hoje influencia diretamente a capacidade da empresa de se adaptar amanhã. Assim, 2026 consolida uma realidade: não basta atender ao mínimo exigido pela legislação. É necessário que o ambiente esteja preparado para evoluir junto com o sistema. Ambientes híbridos: quando a solução temporária vira risco permanente Nos últimos anos, muitas empresas adotaram arquiteturas híbridas no Protheus. Parte das regras fiscais foi modernizada, enquanto a outra parte permaneceu em estruturas legadas. Em um primeiro momento, essa abordagem trouxe conforto e menor impacto operacional. No entanto, à medida que o Protheus evolui, o ambiente híbrido deixa de ser uma solução segura. Ele passa a gerar: Em 2026, a tendência é que esses problemas se tornem mais evidentes. O custo invisível de manter esse tipo de arquitetura começa a superar o custo da transição. Decisões técnicas adiadas “cobram juros“ Outro ponto central do cenário de 2026 é o fim da neutralidade das decisões técnicas. Manter o ambiente como está deixa de ser uma escolha neutra e passa a ser uma decisão ativa, com consequências mensuráveis. Empresas que adiam revisões estruturais no Protheus tendem a enfrentar: Portanto, 2026 não é o ano da pressa, mas é o ano da consciência técnica. O que, de fato, esperar do ERP em 2026 De forma objetiva, empresas usuárias do Protheus devem esperar: Esses pontos não indicam uma ruptura abrupta, mas sim uma transição clara para um modelo mais maduro de uso do ERP. Evoluir o ERP com segurança é uma decisão estratégica É importante reforçar que 2026 não é sobre trocar sistemas ou reinventar operações. Trata-se de evoluir o Protheus de forma consciente, respeitando a complexidade do ambiente e evitando decisões reativas. Empresas que encaram esse momento com planejamento tendem a reduzir riscos, ganhar previsibilidade e criar bases mais sólidas para integração, automação e crescimento. Por outro lado, aquelas que ignoram os sinais de mudança correm o risco de enfrentar transições mais caras e menos controladas no futuro. Conclusão O Protheus de 2026 exige mais do que atualizações técnicas. Ele exige maturidade na forma como as empresas tomam decisões sobre seu ERP. Entender o cenário, reconhecer os limites do legado e planejar a evolução do ambiente são passos fundamentais para garantir continuidade operacional, segurança fiscal e capacidade de adaptação. Mais do que prever mudanças, 2026 convida as empresas a fazerem escolhas conscientes sobre o futuro do seu Protheus.
Contagem Regressiva: O Checklist Final do ERP para a Virada de 2026 (Reforma Tributária)
Parece que foi ontem que começamos a falar sobre a Reforma Tributária, mas o calendário não mente: estamos na segunda quinzena de dezembro de 2025. Faltam pouco mais de duas semanas para a virada de chave mais importante da década no cenário fiscal brasileiro. No dia 01 de Janeiro de 2026, a “fase de testes” acaba e a operação real começa. Se sua equipe já configurou o Configurador de Tributos e ajustou o sistema para a NT 2025.002 v1.33, parabéns. Mas o trabalho só termina quando a primeira nota de 2026 for autorizada. Para te ajudar nessa reta final, preparamos o Checklist de Go-Live da Atos Data. Verifique estes 4 pontos no seu Protheus antes de estourar o champanhe. Validação do “Compliance” vs. Autorização (NT 1.33) Como alertamos anteriormente, a SEFAZ flexibilizou as regras de validação (Nota Técnica 1.33), permitindo que notas sem o destaque de IBS/CBS sejam autorizadas tecnicamente. O Teste Final: Não confie apenas na “tarja verde” de autorização do ambiente de homologação. Verifique o XML. O Teste de Estresse do “Modo Híbrido” Em 2026, seu Protheus vai rodar com dois motores: TES (para ICMS/IPI/PIS/COFINS) e Configurador de Tributos (para IBS/CBS). O Teste Final: Simule operações complexas que envolvem muitas regras simultâneas. A Virada da Numeração e Séries Muitas empresas aproveitam o início do ano para reiniciar numerações ou abrir novas séries de notas fiscais. O Teste Final: Se você planeja mudar a série para marcar o início da Reforma, verifique se os parâmetros de numeração do Protheus (SX5 / Tabela 01) e as amarrações com os terminais de faturamento estão corretos. Nada para uma expedição mais rápido no dia 02 de janeiro do que um erro de “Faixa de Numeração Esgotada” ou “Série Bloqueada”. O Plano de Contingência da Equipe Erros vão acontecer na primeira semana de janeiro. A questão é: quão rápido você consegue reagir? O Teste Final: Sua equipe de suporte (interna ou consultoria) sabe o que fazer se o Configurador de Tributos parar de calcular? 2026 já começou para o Fisco. E para o seu ERP? O tempo de planejar acabou. Agora é hora de revisar e executar. Se você chegou até aqui e sente que ainda existem “pontas soltas” na sua configuração, ou se o teste do XML revelou que os impostos não estão sendo gerados corretamente, não entre em pânico, mas aja rápido.
Reforma Tributária e NT 2025.002 v1.33: Cuidado com a “Pegadinha” da Flexibilização
No dia 02 de dezembro de 2025, foi publicada a versão 1.33 da Nota Técnica 2025.002. Esta atualização trouxe ajustes importantes para viabilizar o início da Reforma Tributária em 2026, corrigindo validações e flexibilizando regras que poderiam travar o faturamento das empresas. Confira tudo sobre a Reforma Tributária NT 2025.002 v1.33. No entanto, essa “suavização” técnica esconde um risco jurídico grave. Muitos gestores podem interpretar a flexibilização como uma permissão para adiar a adequação do ERP. Isso seria um erro estratégico fatal. Neste artigo, analisamos o que muda com a NT 1.33, o impacto no seu Protheus e por que interromper seu projeto agora pode gerar autuações milionárias. A Grande “Pegadinha”: Validação Técnica vs. Obrigação Legal (Regra UB12-10) A mudança mais polêmica está na Regra UB12-10. Originalmente, ela rejeitaria qualquer nota fiscal que não tivesse o destaque de IBS e CBS. Na versão 1.33, essa obrigatoriedade foi postergada para “Implementação Futura”. Atenção: A Lei Complementar nº 214/2025 permanece válida. O contribuinte que optar por não destacar IBS e CBS estará em “não compliance”, ficando sujeito a autuações. Correções Importantes: Incentivos e Lógica Matemática Além da flexibilização, a NT 1.33 trouxe correções necessárias para cenários específicos: Prazos de Implementação: O Artigo 348 e o Perigo de Parar o Projeto no Protheus A mensagem da TOTVS e dos especialistas é clara: não reduza o ritmo. O Artigo 348 da Lei Complementar estabelece que a dispensa do recolhimento dos tributos em 2026 está condicionada ao cumprimento das obrigações acessórias (destaque na nota). Interromper a adequação do Protheus agora é um retrocesso estratégico. O “Modo Híbrido” (Configurador para novos impostos + TES para antigos) continua sendo o único caminho viável. Além disso, com a previsão de que o Configurador de Tributos se torne o motor definitivo na release de Outubro de 2026, qualquer atraso agora acumulará uma dívida técnica impagável para o próximo ano. Como a Atos Data Acelera Sua Adequação (Carga Otimizada) Para evitar que sua empresa caia na vala comum do “não compliance”, a Atos Data utiliza uma metodologia exclusiva de Carga Automatizada: A flexibilização da SEFAZ é temporária. A lei é permanente. Não corra riscos. Fale com a Atos Data e garanta sua conformidade para 2026.
Modelo Híbrido de Tributos no ERP: Uma Solução Temporária com Prazo de Validade (2026-2027)
Com a proximidade da vigência da Reforma Tributária em janeiro de 2026, a maioria das empresas que utilizam o ERP Protheus adotou uma estratégia de implementação faseada. Consequentemente, isso deu origem a uma arquitetura de sistemas muito específica: o Modelo Híbrido de Tributos no Protheus. Mas o que exatamente é esse modelo, por que ele é arriscado a longo prazo e, o mais importante, até quando ele será tecnicamente sustentável pela TOTVS? Neste artigo, analisamos o ciclo de vida dessa arquitetura mista e o cronograma que obriga a migração definitiva para o Configurador de Tributos. O Que é o Modelo Híbrido de Tributos no Protheus? Atualmente, para atender aos prazos da legislação sem paralisar a operação, as equipes de TI configuraram o sistema para rodar com dois motores fiscais simultâneos. No Modelo Híbrido, o cálculo dos impostos ocorre da seguinte forma: Embora essa solução garanta a emissão de notas fiscais em janeiro de 2026, ela cria uma duplicidade de manutenção de regras que não deve ser mantida indefinidamente. Por Que o Modelo Híbrido Tem Data para Acabar? Muitos gestores acreditam que poderão manter o Modelo Híbrido durante todo o período de transição da Reforma (até 2033). Contudo, o roadmap tecnológico do Protheus conta uma história diferente. Existem dois marcos temporais críticos que impõem um “prazo de validade” para essa arquitetura mista: 1. A Virada Tecnológica (Outubro de 2026) A previsão técnica é que, na Próxima Release do Protheus (estimada para Outubro/2026), o Configurador de Tributos assuma o papel de motor principal e definitivo para todos os cálculos fiscais. A partir deste ponto, a arquitetura do sistema passará a privilegiar o novo motor. Portanto, manter regras complexas de ICMS baseadas puramente em TES começará a gerar atrito técnico, perda de performance ou incompatibilidade com novas funcionalidades fiscais lançadas pela TOTVS. 2. O Bloqueio da Versão (Junho de 2027) Este é o prazo final inadiável. A Release Atual (12.1.2510), que suporta esse modelo híbrido de forma nativa, tem sua expiração oficial em Junho de 2027. Ao final deste ciclo, para atualizar o ERP e manter o compliance legal, sua empresa será obrigada a migrar para uma versão onde o suporte ao legado (TES) pode já estar descontinuado ou depreciado. O Próximo Passo: Sair do Híbrido para o Definitivo Diante deste cenário, a estratégia de TI para 2026 deve mudar. O foco deixa de ser “implementar os novos impostos” e passa a ser “migrar o legado”. Para sair do Modelo Híbrido de Tributos no Protheus com segurança, é necessário iniciar a Fase 2 do Projeto Fiscal: Em resumo, o Modelo Híbrido é uma ponte necessária, mas não é o destino. Ficar parado em cima da ponte é perigoso. Conclusão A convivência entre TES e Configurador de Tributos foi a solução ideal para a entrada de 2026. Entretanto, insistir nessa arquitetura além do necessário expõe sua empresa a riscos de obsolescência tecnológica a partir de outubro do mesmo ano. O planejamento para unificar sua inteligência fiscal no novo motor deve começar agora. Sua empresa ainda não tem um plano para sair do Modelo Híbrido? A Atos Data é especialista em transição fiscal no Protheus. Fale com nossos consultores e garanta que sua operação esteja na arquitetura correta antes dos prazos expirarem.
2026 Bate à Porta: Por que a “Janela de Ouro” deste Fim de Ano é a Sua Última Chance de Preparar para a Reforma Tributária
Estamos nos últimos dias de 2025. Enquanto a maioria das empresas foca no encerramento fiscal e nas festas de fim de ano, um alerta vermelho pisca no painel dos gestores de TI e Controladoria: 2026 chegou. E junto com ele, a preparação para a reforma tributária 2026 já deveria estar completa. E 2026 não é apenas “mais um ano”. Conforme o cronograma oficial, é o ano que marca o início da transição da Reforma Tributária. Se você passou 2025 adiando a atualização do seu ERP, o tempo de “planejar” acabou. Agora é hora de executar. Este artigo explica por que o período de recesso entre Dezembro e Janeiro, a nossa “Janela de Ouro”, é a sua melhor (e talvez última) oportunidade de realizar a migração para a Release 12.1.2510 com segurança antes que as novas regras entrem em vigor. 1. O Cronograma Não Espera: O “Teste” Começa Agora Muitos gestores acreditam que a Reforma Tributária era um problema distante. O calendário prova o contrário. A partir de 2026, entramos oficialmente no período de testes com a cobrança real de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Isso significa que, logo no início do ano, seu sistema precisará estar apto a calcular e destacar esses novos tributos. Se o seu Protheus ainda roda em versões antigas ou sem o Configurador de Tributos devidamente parametrizado, sua operação fiscal começará 2026 em risco de compliance. A “Janela de Ouro” deste fim de ano é o momento exato para virar essa chave sem o desespero de fazer isso com a operação rodando a 100% em março ou abril. A Estratégia da “Janela de Ouro”: Atualizar Enquanto a Empresa Para Realizar uma grande migração de release (especialmente uma tão crítica quanto a 12.1.2510) em dias úteis normais é arriscado e custoso. Por isso, o período de férias coletivas ou recesso de final de ano é estratégico. É o único momento em que a TI tem “tempo de máquina” disponível. Migrar agora, na virada de 2025 para 2026, oferece vantagens táticas: 3. Riscos Técnicos Imediatos: O Fim das Releases Antigas Além da pressão fiscal de 2026, existe a pressão técnica da obsolescência. Iniciar o novo ano com versões vencidas é um risco de segurança que sua empresa não pode correr. A nova versão 12.1.2510 não é apenas uma exigência fiscal, é uma “Evolução que Protege”. Ela traz bloqueios de segurança críticos, como a restrição de escrita em variáveis globais (_cUserID, cEmpAnt), que exigem uma auditoria das suas customizações. Fazer essa auditoria agora, durante o recesso, é a garantia de que nada vai parar quando a operação retomar força total. 4. Não Entre em 2026 com Processos Antigos de 2024 Atualizar agora também é uma questão de competitividade. A nova release entrega ferramentas que automatizam o trabalho braçal imediatamente: Conclusão: A Hora é Agora O ano de 2025 está se encerrando. Esperar o “ano começar de verdade” (após o Carnaval) para atualizar seu ERP é perder o timing da Reforma Tributária. A Atos Data está preparada para transformar seu recesso de fim de ano em vantagem competitiva. Realizamos o diagnóstico das suas customizações, planejamos a migração segura e preparamos seu ambiente para a realidade fiscal de 2026. Não comece o ano atrasado. Se precisar, fale com os nossos especialistas.
Migração Release 12.1.2510: O Guia Estratégico (e os 3 Riscos Ocultos que Podem Parar sua Operação)
No nosso último artigo, discutimos o porquê da atualização ser tão urgente: o cronograma da Reforma Tributária. Agora, a pergunta que todo gestor de TI está fazendo é: como realizar a migração para a release 12.1.2510 de forma segura? Esta não é uma atualização comum. Com mais de 7.500 fontes alteradas e 64 módulos atualizados, ela é um projeto de alta complexidade. Além disso, ela esconde riscos técnicos que, se ignorados, podem parar sua operação no dia da virada. Portanto, um planejamento de migração detalhado não é um luxo, é uma necessidade. Este guia foca nas três fases críticas do seu projeto. Fase 1: O Diagnóstico Antes da Migração da Release 12.1.2510 Antes de migrar, você precisa auditar. A “Evolução que Protege” anunciada pela TOTVS traz mudanças profundas que afetam diretamente o código existente. Identificamos 3 “alertas vermelhos” que exigem sua atenção imediata: Fase 2: O Planejamento (Usando as Ferramentas Corretas) Sua migração para a release 12.1.2510 será muito mais segura se você usar as ferramentas de gestão que a própria TOTVS fornece (e que muitos clientes subutilizam). Primeiramente, a Central de Atualizações não é apenas um “instalador”. Ela é sua principal ferramenta de diagnóstico para entender o gap entre seu ambiente e as exigências da Reforma Tributária. Em segundo lugar, em um projeto com milhares de fontes alterados, usar o Comparador de Ambientes (para validar HML vs. PRD) e a Central de Diagnóstico (para monitorar a saúde do sistema) é vital para evitar surpresas. Fase 3: A Migração Inteligente (O Valor Além do Básico) Muitas empresas veem a migração como um custo técnico obrigatório. Pelo contrário, ela é uma oportunidade de ganho operacional imenso. Um projeto de migração bem-feito não termina com o sistema “no ar”. Ele termina com a sua equipe usando as novas ferramentas que justificaram o investimento. Portanto, o planejamento da sua migração para a release 12.1.2510 deve incluir a implementação estratégica de inovações como: Conclusão: A Migração da Release 12.1.2510 Exige um Parceiro Como vimos, a migração para a release 12.1.2510 é um projeto de alta complexidade. Ela mexe com customizações críticas, relatórios e a estrutura fiscal central da empresa. Tentar uma “aventura solo” em uma atualização desta magnitude é arriscado. A Atos Data é uma consultoria especialista em Protheus. Nosso papel não é apenas “instalar a release”. Nosso trabalho é fazer o diagnóstico completo das suas customizações, planejar a migração para minimizar o downtime e ajudar sua equipe a adotar as novas ferramentas de forma estratégica. O seu planejamento para a migração da release 12.1.2510 já começou? Fale com nossos especialistas.