Novidades da Nova Release: 12.1.2610

Release 12.1.2610: Smart X e pontos de atenção Conteúdo atualizado em 5 de novembro de 2026. Se você pesquisou por “Release 12.1.2610 novidades”, a principal mudança apresentada até agora está na experiência de uso do ERP. A versão amplia a presença do Smart X, apresenta uma nova Home, disponibiliza uma nova forma de visualizar e pesquisar dados e leva essa experiência a rotinas de diferentes módulos. Entretanto, a release não se limita às mudanças visuais. Ela também traz novos requisitos de infraestrutura, uso obrigatório do controle por privilégios para novos usuários, alterações que podem afetar customizações, descontinuação das bibliotecas C-tree, evoluções relacionadas à Reforma Tributária e novos pontos de atenção para administradores, usuários e equipes técnicas. O ERP Protheus é o ambiente ao qual essas mudanças se aplicam. Porém, a atualização não deve ser tratada apenas como a instalação de novos arquivos. Cada empresa precisa avaliar infraestrutura, módulos, permissões, customizações, integrações e processos críticos antes de atualizar a produção. Release 12.1.2610 novidades: o que muda na prática? As principais novidades e mudanças da release 12.1.2610 são: Esses pontos não afetam todas as empresas da mesma forma. O impacto depende da release de origem, dos módulos utilizados, das customizações existentes, da infraestrutura e das rotinas que fazem parte da operação. Qual é o mascote da release 12.1.2610? O mascote ou animal símbolo da release 12.1.2610 é a arara-azul. A escolha mantém a tradição de utilizar animais da fauna brasileira para identificar novas gerações do produto. Por isso, também é possível encontrar referências ao nome Arara-Azul em comunicações, builds e componentes relacionados à versão. Release 12.1.2610: novidades em Smart X e experiência do usuário O Smart X é um dos principais fios condutores da nova release. Isso acontece porque ele não aparece apenas como uma funcionalidade isolada. Sua estrutura passa a apoiar a Home, a visualização de dados e diferentes rotinas de módulos operacionais. Segundo a documentação oficial, o Smart X é um framework capaz de gerar interfaces modernas a partir de metadados. O desenvolvedor descreve a estrutura dos dados, as regras de negócio e a organização da tela, enquanto o framework gera e apresenta os componentes visuais. Na prática, isso busca oferecer: Para o usuário, a consequência mais visível está na Nova Home e na Nova Visão. Para desenvolvedores e administradores, o Smart X também representa uma nova camada tecnológica que precisa ser considerada na avaliação de customizações e pontos de entrada. Smart X, Smart View, Nova Home e Nova Visão são a mesma coisa? Não. Os termos estão relacionados à modernização do ambiente, mas possuem funções diferentes. Recurso Função principal Smart X Framework utilizado para gerar e apresentar novas interfaces a partir de metadados Nova Home Nova tela de navegação, contexto, pesquisa, favoritos, jornadas e acesso às rotinas Nova Visão Nova experiência de listagem, busca, filtros, agrupamentos e organização de colunas Smart View Plataforma voltada à visualização, análise e apresentação de dados e relatórios Essa diferença é importante. Uma rotina pode receber a Nova Visão construída com Smart X sem que isso signifique que ela se transformou em um relatório do Smart View. Novidades da release 12.1.2610 na Nova Home A Nova Home reorganiza a forma como o usuário encontra e acessa as rotinas. Ela não funciona apenas como uma troca de menu ou uma mudança de cores. A nova experiência reúne informações do ambiente, pesquisa, atalhos e recursos de organização pessoal. Contexto de acesso Na Home, o usuário pode consultar ou alterar informações de contexto, como: A tela também pode apresentar a identificação do usuário, o tipo de ambiente — desenvolvimento, homologação ou produção —, notificações, informações da instalação e opções de saída. Favoritos e rotinas recentes O usuário pode marcar as rotinas mais utilizadas como favoritas. Além disso, a Home apresenta os últimos acessos realizados. No primeiro acesso, um assistente pode orientar a seleção de várias rotinas para a área de favoritos. Isso reduz o tempo gasto navegando por menus extensos para encontrar as funções usadas diariamente. Pesquisa de rotinas A Nova Home permite pesquisar rotinas por informações como: A busca respeita as permissões do usuário. Portanto, a Nova Home não elimina a necessidade de configurar menus e privilégios adequadamente. A pesquisa rápida trabalha com os itens já carregados na tela. Para uma busca mais abrangente, o usuário pode utilizar a pesquisa avançada e os filtros disponíveis. Acesso a diferentes tipos de rotina A Home pode centralizar o acesso a diferentes experiências, incluindo: Isso ajuda a reunir tecnologias diferentes em um ponto de entrada mais organizado para o usuário. Jornadas O recurso de Jornadas permite agrupar cards de rotinas de acordo com um processo ou atividade. Em vez de localizar cada função separadamente no menu, o usuário pode criar uma jornada para reunir, por exemplo: As jornadas podem ser pessoais ou compartilhadas, conforme as regras de visibilidade. Somente o proprietário pode editar ou excluir a jornada criada por ele. A funcionalidade não concede novas permissões. O usuário só consegue adicionar e acessar rotinas para as quais já possui autorização. Páginas externas A Nova Home também permite cadastrar páginas e URLs externas em formato de cards. Esse recurso pode ser utilizado para criar atalhos para: Páginas cadastradas pelo usuário administrador podem ser disponibilizadas para todos. Já as páginas criadas por um usuário comum permanecem vinculadas à própria conta. Novidades da release 12.1.2610 na Nova Visão A Nova Visão é uma experiência de consulta e organização dos registros das rotinas elegíveis. Segundo a documentação oficial, ela não deve ser entendida apenas como uma evolução estética do browse clássico. Trata-se de uma nova experiência de visualização de dados. Entre os recursos apresentados estão: Como funciona a busca rápida do Smart X? A busca rápida localiza conteúdos que já estão carregados na Nova Visão. O usuário pode digitar parte de um texto e pesquisar em diferentes colunas da listagem. Isso facilita a localização de um cliente, documento, produto ou outro registro que já esteja sendo exibido. Entretanto, existe uma diferença importante: A busca rápida não realiza uma nova consulta no banco

Novidades do Universo TOTVS 2026: Destacamos as novidades que mais chamaram a atenção

Realizado nos dias 13 e 14 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, o Universo TOTVS 2026 reuniu conteúdos sobre gestão empresarial, inteligência artificial, indústria, pagamentos, automação de processos, infraestrutura tecnológica e Reforma Tributária. A programação oficial contou com mais de 300 conteúdos distribuídos entre palestras, demonstrações e apresentações de produtos. Mais do que apresentar novas ferramentas, a edição mostrou uma mudança de direção no mercado de software empresarial. Os sistemas de gestão estão deixando de funcionar apenas como locais de registro para assumir um papel mais conectado à operação, aos pagamentos, à inteligência artificial e ao acompanhamento técnico dos ambientes. Para as empresas, o desafio agora é entender quais anúncios podem gerar impacto real, quais ainda dependem de disponibilidade comercial ou documentação técnica e quais exigirão preparação dos ambientes atuais. Em resumo: quais foram os principais destaques do Universo TOTVS 2026? Tema O que foi apresentado Possível impacto para as empresas Inteligência artificial Agentes especializados, copilotos e ambiente para criação de agentes Automação de tarefas e apoio às decisões Produção industrial Integração entre máquinas, chão de fábrica e gestão Mais visibilidade sobre produtividade, perdas e paradas Vendas e relacionamento CRM conectado ao WhatsApp e comércio conversacional Atualização do funil e atendimento por um canal já utilizado pelos vendedores Automação de processos Desenvolvimento low-code e no-code Digitalização mais rápida de formulários, aprovações e solicitações Pagamentos Plataforma integrada para cartão, Pix, boleto e links Menos fornecedores e conciliação mais próxima da gestão Reforma Tributária Novos códigos, eventos fiscais e campos tributários Necessidade de atualização, parametrização e testes Observabilidade Monitoramento de componentes, versões e latência Mais visibilidade sobre a saúde do ambiente Banco de dados Nova alternativa baseada em PostgreSQL Possível redução de dependência tecnológica, sujeita a roadmap e homologação Inteligência comercial Uso de IA dentro do CRM e dos processos empresariais Menos atividades repetitivas e acesso mais rápido às informações Inteligência artificial deixa de ser apenas um assistente A inteligência artificial ocupou uma parte importante da programação. O principal movimento foi aproximar os agentes inteligentes dos processos empresariais, permitindo que a tecnologia consulte informações, execute atividades e interaja com os sistemas utilizados pelas empresas. A LYNN foi apresentada como uma base de inteligência artificial especializada no ambiente B2B. Diferentemente de uma ferramenta genérica de geração de textos, a proposta é trabalhar com agentes que conheçam processos, permissões e contextos empresariais. Entre as aplicações apresentadas estão: consulta de informações; execução de tarefas; atualização de registros; apoio à tomada de decisão; automação de sequências operacionais; interação com sistemas de gestão; acompanhamento das ações realizadas pelos agentes. A arquitetura divulgada também considera construção, orquestração e governança. Isso é importante porque uma empresa não precisa apenas criar um agente. Ela precisa controlar o que ele pode acessar, quais tarefas pode executar, quando uma pessoa deve aprovar uma ação e como cada decisão será registrada. A página oficial da solução informa que os agentes podem ser aplicados a produtos de gestão, CRM, marketing, atendimento e análise de processos. Empresas poderão criar agentes próprios Um dos anúncios mais relevantes do Unvierso TOTVS 2026 foi o LYNN Studio, um ambiente que permitirá aos clientes desenvolver agentes relacionados aos seus próprios processos. Segundo a apresentação realizada durante o encontro, a comercialização está prevista para começar em 2027. O ambiente deve reunir recursos de construção, orquestração e governança semelhantes aos utilizados pelas equipes internas do fabricante. A proposta é permitir que cada empresa identifique uma tarefa repetitiva, determine as informações necessárias e configure um agente para executar ou apoiar aquele processo. Entre os possíveis exemplos estão: consultar a situação de um pedido; acompanhar uma aprovação; localizar informações de clientes; atualizar registros; apoiar atividades logísticas; verificar pendências; organizar tarefas administrativas. A principal recomendação apresentada foi começar pelo problema de negócio, e não pelo modelo de inteligência artificial. Primeiro, a empresa deve identificar a atividade, o tempo consumido e o resultado esperado. Depois, deve avaliar os dados e escolher a tecnologia. Essa abordagem ajuda a evitar projetos de inteligência artificial que geram experimentação, mas não apresentam ganhos mensuráveis. A cobertura do anúncio informa que o ambiente está previsto para ser comercializado a partir do início de 2027. CRM e WhatsApp ficam mais próximos Outro movimento importante foi a aproximação entre CRM, inteligência artificial e WhatsApp. O RD Station CRM já centraliza contatos, oportunidades, etapas do funil, atividades e informações comerciais. Com a evolução apresentada, vendedores podem interagir com o CRM pelo WhatsApp utilizando texto ou voz. Entre as ações informadas estão: criar contatos; atualizar negociações; mudar oportunidades de etapa; consultar dados; registrar informações comerciais; acompanhar atividades sem abrir diferentes telas. Na prática, o vendedor pode atualizar o funil pelo canal que já utiliza durante boa parte do dia. Isso tende a reduzir um problema comum nas operações comerciais: a negociação acontece, mas o CRM não é atualizado. A documentação da estratégia de inteligência artificial descreve o recurso como um CRM acessível pelo WhatsApp, com comandos de texto e voz, especialmente útil para profissionais que trabalham em campo ou em movimento. A Suri complementa esse cenário com recursos voltados ao atendimento, chatbots e comércio conversacional. A solução pode atuar na captação, no atendimento e na condução de interações realizadas pelo aplicativo de mensagens. Uma das páginas de produtos informa que o ambiente conversacional possui integração nativa com o RD Station CRM e conexão com a plataforma Suri, além de aplicações em atendimento e vendas. Para as empresas, o valor não está apenas em “vender pelo WhatsApp”. O benefício aparece quando conversa, oportunidade e histórico passam a participar do mesmo fluxo. O que muda na rotina comercial? A combinação entre CRM, canal de mensagens e inteligência artificial pode ajudar a resolver problemas como: oportunidades sem atualização; informações mantidas apenas no celular do vendedor; contatos que não chegam ao CRM; demora para registrar uma visita; dificuldade para consultar o histórico durante uma negociação; dependência de planilhas; perda de contexto entre atendimento e venda. Entretanto, a empresa ainda precisa definir regras de acesso, responsáveis pelo cadastro, campos obrigatórios e critérios para movimentação do

Integrações e serviços para ERP: como conectar vendas, estoque, logística, financeiro e fiscal

Uma empresa pode ter um ERP robusto, plataformas especializadas e equipes experientes e, mesmo assim, conviver com pedidos redigitados, estoques divergentes, baixas financeiras manuais, documentos fiscais espalhados e dificuldade para acompanhar as operações. O problema, muitas vezes, não está na ausência de tecnologia. Está na falta de comunicação entre os sistemas. A Atos Data desenvolve integrações, automações e serviços especializados para conectar o ERP Protheus às ferramentas utilizadas nas áreas comercial, financeira, logística, fiscal e operacional. O objetivo é manter o ERP como base da gestão, enquanto cada solução especializada executa sua função dentro de um fluxo integrado. Este guia apresenta as principais frentes atendidas pela Atos Data, quais problemas elas resolvem, os benefícios esperados e exemplos de ferramentas que podem participar de cada operação. Em resumo: quais processos podem ser conectados ao ERP? As integrações e soluções da Atos Data podem atender diferentes pontos da operação: Área Integrações e serviços Financeiro Conciliação de cartões, marketplaces, taxas, repasses e títulos Comercial CRM, força de vendas, pedidos, clientes, preços e condições comerciais E-commerce Plataformas B2B, B2C, omnichannel e lojas virtuais Marketplaces Hubs como Plugg.to, ANYMARKET e Lexos Estoque WMS, múltiplos armazéns, separação, expedição e inventário Logística Transportadoras, operadores logísticos, cotação, etiquetas e rastreamento Fulfillment Mercado Livre, Amazon, Magalu, Shopee e outros operadores Fiscal Configurador de Tributos, GNRE, documentos fiscais e Central 4XML Operação Portais, faturamento automático, monitoramento e automações Sustentação Consultoria, desenvolvimento, atualização, diagnóstico e suporte A relação definitiva de sistemas, dados e processos depende da arquitetura, das APIs disponíveis, da versão do ERP e das regras de cada empresa. Uma integração precisa ser desenhada de acordo com o processo real, e não apenas com base em uma lista genérica de campos. O que é uma integração de sistemas? Uma integração permite que dois ou mais sistemas compartilhem informações de forma estruturada. Em vez de uma pessoa consultar uma plataforma, copiar os dados e digitá-los novamente em outra, a integração transporta as informações conforme regras previamente definidas. Esse fluxo pode acontecer, por exemplo, quando: No Protheus, a integração precisa respeitar cadastros, filiais, produtos, clientes, tabelas de preços, condições de pagamento, regras fiscais, estoque, títulos e demais estruturas utilizadas pela empresa. Transportar dados sem considerar essas regras pode criar inconsistências em vez de automação. Por isso, integrar sistemas não significa apenas conectar APIs. Também é necessário definir: A Atos Data documenta projetos com plataformas de e-commerce, marketplaces, hubs, gateways, adquirentes, transportadoras, CRMs e sistemas logísticos. Entre os exemplos estão VTEX, Shopify, Wake, Magento, Uappi, Mercado Livre, Magalu, Amazon, Shopee, Plugg.to, ANYMARKET, PagSeguro, Cielo, Rede, Mercado Pago, Getnet, Correios, Jadlog, Total Express, Mandaê, Salesforce, RD Station, Zoho CRM, Agendor, Estoca, Sequoia e Infracommerce. Como funciona a conciliação de cartões e marketplaces? Uma venda aprovada não representa, necessariamente, um valor corretamente identificado e baixado no financeiro. Entre a venda e o recebimento podem existir: O Conciliador de Cartões e Marketplaces recebe os dados disponibilizados pelas adquirentes, meios de pagamento ou canais de venda e procura relacioná-los aos pedidos, parcelas e títulos existentes no ERP. Dentro do Protheus, esse processo pode envolver a localização dos títulos financeiros, a identificação das parcelas, a conferência dos valores e a execução das baixas conforme as regras definidas pela empresa. Quando existe correspondência, a transação pode seguir para a baixa. Quando as informações não são suficientes, o registro permanece como pendência para análise. A solução pode atender operações relacionadas a adquirentes, gateways e meios de pagamento como Cielo, Rede, Getnet, Stone, SafraPay, Adyen, NuPay, Vindi, Pagar.me e Mercado Pago, além de canais como Mercado Livre, Amazon, Shopee, Magalu, Americanas, Carrefour, Olist, Fast Shop, Netshoes, MadeiraMadeira, Decathlon, Westwing e outros. A disponibilidade de cada interface deve ser validada conforme o formato do arquivo, o modelo financeiro e as informações fornecidas pela plataforma. A Atos Data mantém uma relação das interfaces e dos canais já tratados pelo Conciliador. Que problemas a conciliação ajuda a resolver? A automação reduz situações como: O objetivo não é esconder as diferenças. É separar automaticamente o que pode ser conciliado daquilo que realmente exige investigação. Como funciona a automação da GNRE? Empresas que realizam operações interestaduais podem precisar emitir e controlar guias relacionadas a DIFAL, ICMS-ST e outras obrigações estaduais. Quando esse processo é manual, a equipe precisa consultar documentos fiscais, identificar as regras aplicáveis, acessar portais, preencher informações, gerar guias e controlar os respectivos pagamentos. A automação da GNRE pode utilizar as informações fiscais já existentes no ERP para apoiar a geração das guias, reduzir digitações repetitivas e organizar o acompanhamento. Entre os benefícios estão: O funcionamento depende dos estados envolvidos, das operações realizadas e das regras tributárias aplicáveis. Por isso, a implantação deve considerar a realidade fiscal de cada empresa. Como a integração com CRM organiza o processo comercial? O CRM acompanha relacionamento, oportunidades, atividades, propostas e negociações. O ERP sustenta preços, produtos, estoque, crédito, pedidos, faturamento e financeiro. Sem integração, a área comercial pode manter um cadastro diferente daquele utilizado pelo backoffice. O vendedor fecha uma negociação, mas o pedido precisa ser digitado novamente. Alterações de clientes, condições comerciais e status também podem permanecer isoladas. Uma integração pode permitir o compartilhamento de: No Protheus, permanecem os controles operacionais e administrativos definidos pela empresa. O CRM oferece à equipe comercial uma experiência voltada ao relacionamento e à gestão das oportunidades. A Atos Data já documentou projetos envolvendo ferramentas como Salesforce, RD Station, Zoho CRM, Agendor, Ploomes e outras plataformas comerciais. O conjunto de dados e a direção do fluxo variam conforme o CRM, os módulos contratados e o processo de vendas. Como a força de vendas se conecta ao ERP? Uma força de vendas ajuda vendedores e representantes a consultar informações comerciais, administrar a carteira e registrar pedidos durante o atendimento. O Mercos é uma das plataformas integradas pela Atos Data. A solução pode disponibilizar ao vendedor informações como produtos, preços, estoque, clientes, condições de pagamento e carteira comercial. Quando o Mercos está conectado ao Protheus, o ERP continua sendo a base operacional, enquanto a plataforma apoia o trabalho da equipe comercial. Os

Atualização do TSS para IBS e CBS: pacotes, schemas e testes necessários

Conteúdo atualizado em 10 de setembro de 2026. A atualização do TSS para atender ao IBS e à CBS não se resume à troca de um arquivo ou à aplicação de um único patch. Para que os documentos fiscais sejam calculados, gerados e transmitidos corretamente, diferentes camadas do ambiente precisam estar compatíveis: regras tributárias, pacote do ERP, rotinas de geração do XML, schemas, RPO do TSS, parâmetros e endereços dos serviços autorizadores. A adequação envolve o Configurador de Tributos, os componentes responsáveis pela geração das novas tags e o TSS utilizado na transmissão dos documentos fiscais eletrônicos. Por isso, a pergunta correta não é apenas “o TSS está atualizado?”, mas sim: Todo o fluxo, do cálculo do imposto até a autorização do documento fiscal, foi atualizado e homologado? Por que essa atualização se tornou urgente? Segundo o fabricante, as validações obrigatórias em produção previstas na Nota Técnica 2025.002 entraram em vigor em 3 de agosto de 2026. Para os contribuintes do Regime Normal, identificados pelo CRT igual a 3, o grupo det/imposto/IBSCBS passou a ser efetivamente validado nos documentos abrangidos pelo cronograma. Quando as informações obrigatórias não são enviadas, o documento pode receber a Rejeição 1115 IBS/CBS não informado. A abrangência não deve ser generalizada para todos os contribuintes. Empresas do Simples Nacional, excesso de sublimite, MEI e operações com regras específicas precisam observar os cronogramas e as Notas Técnicas aplicáveis ao seu enquadramento. A orientação oficial é acompanhar a documentação da linha do ERP, revisar os cadastros, conferir as parametrizações e realizar testes no ambiente de homologação antes de qualquer alteração em produção. O que precisa ser atualizado? A documentação oficial demonstra que a preparação possui diferentes componentes. Componente Papel na adequação Pacote do ERP Disponibiliza rotinas, campos, parâmetros e tratamentos relacionados à Nota Técnica Componente nfesefaz Participa da geração do XML e das novas informações fiscais Expedição contínua fiscal Entrega ajustes do módulo fiscal e das versões mais recentes da Nota Técnica Configurador de Tributos Calcula IBS e CBS conforme os perfis e as regras definidos pela empresa Schemas do TSS Mantêm os arquivos de validação compatíveis com o leiaute vigente RPO do TSS Atualiza as rotinas responsáveis pelo tratamento das novas tags Pacote complementar do TSS Atende a ajustes específicos de determinadas versões da Nota Técnica URLs do TSS Atualiza os endereços utilizados na comunicação com os serviços fiscais Esses componentes cumprem funções diferentes. Atualizar somente um deles pode deixar o ambiente tecnicamente incompleto. A documentação consolidada da Nota Técnica 2025.002 deve ser consultada imediatamente antes da intervenção, pois os pacotes são atualizados conforme novas liberações. Quais pacotes eram indicados em 10 de setembro de 2026? Na consulta realizada em 10 de setembro de 2026, a página oficial do fabricante apresentava a seguinte distribuição: A matriz não é idêntica para todos os componentes. A presença de uma release em um dos grupos não significa, automaticamente, que os demais pacotes sejam dispensáveis. Por esse motivo, não é recomendável utilizar uma relação antiga de IDs de download ou reaplicar um roteiro utilizado em outro ambiente. A release, o nível de atualização, a garantia estendida e a versão da Nota Técnica precisam ser analisados em conjunto. A mesma página orienta a criação dos parâmetros MV_CSTGXML e MV_RTC55 pelo configurador do ERP. Outros parâmetros relacionados às versões mais recentes também devem ser conferidos na documentação, sem copiar valores de outro ambiente sem análise. Schema e RPO não são a mesma atualização Essa é uma das diferenças mais importantes para compreender o processo. Atualização dos schemas Os schemas representam as estruturas utilizadas para validar o XML. Eles precisam reconhecer os grupos, campos e formatos previstos no leiaute fiscal vigente. No procedimento geral, o fabricante orienta baixar o conjunto correspondente à release, copiar todo o conteúdo para a pasta de schemas da instalação do TSS e substituir os arquivos anteriores. O procedimento completo está na página oficial de atualização dos schemas do TSS. Atualização do RPO O RPO contém as rotinas executadas pelo TSS. Para reconhecer e tratar as novas tags do IBS e da CBS, essas rotinas também precisam estar atualizadas. A orientação geral do fabricante inclui: A página de atualização do RPO do TSS informa que o RPO disponibilizado já contém o último patch acumulado. Isso evita a aplicação duplicada do pacote acumulado. Entretanto, essa informação não elimina a necessidade de um pacote pontual ou complementar quando ele estiver expressamente relacionado à versão da Nota Técnica. Para a versão 1.40, por exemplo, a documentação consultada apresenta um pacote adicional do TSS e um schema complementar. Qual é a ordem indicada para IBS e CBS? Na documentação específica da Nota Técnica 2025.002, o fabricante apresenta esta ordem para o TSS: O artigo geral sobre o RPO também solicita a atualização das URLs do TSS. Esse procedimento possui uma documentação oficial específica. Como as orientações podem evoluir, a página da Nota Técnica vigente deve prevalecer na definição do roteiro utilizado em cada atualização. É necessário verificar a release do TSS? Sim. Antes de baixar qualquer pacote, a empresa precisa levantar: Na orientação consultada, ambientes TSS na release 12.1.2410 sem garantia estendida devem ser migrados para a release 12.1.2510. Para o TSS hospedado em nuvem, a documentação apresenta dois cenários: Mesmo quando parte da infraestrutura é atualizada automaticamente, continuam sendo necessários os testes das regras fiscais, do XML e das operações da empresa. Atualizar o TSS não configura o cálculo dos impostos O TSS participa do tratamento e da transmissão dos documentos eletrônicos, mas não define sozinho como IBS e CBS devem ser calculados. A documentação fiscal do fabricante orienta a parametrização dos códigos de Classificação Tributária no Configurador de Tributos. A solução permite importar a tabela oficial da Sefaz, reduzindo o risco de erros de digitação. São apresentados dois cenários: A escolha do cenário e a construção das regras precisam considerar produtos, operações, participantes, origem, destino, CST, cClassTrib, bases de cálculo, alíquotas e exceções existentes na empresa. Na página oficial de configuração do cálculo de IBS e CBS, o fabricante informa que

Cronograma Reforma Tributária: Atualizado e impactos no ERP até 2033

Conteúdo atualizado em 31 de agosto de 2026 Nota de atualização: conteúdos anteriores indicavam que os campos de cálculo fiscal da TES seriam desativados com a release 12.1.2610 e relacionavam essa mudança a junho de 2027. Essa informação foi atualizada. O roadmap atual aponta outubro de 2027, com a release 12.1.2710, como o marco previsto para a mudança do motor de cálculo. Já junho de 2028 representa o encerramento previsto do ciclo regular da 12.1.2610, versão que ainda permitirá o funcionamento híbrido. A Reforma Tributária do Consumo já começou a produzir efeitos nos processos fiscais das empresas. Em 2026, CBS e IBS entraram na fase de teste, os documentos fiscais eletrônicos passaram a receber novos campos e regras de validação e os sistemas de gestão precisaram ser atualizados para calcular, registrar e transmitir essas informações. Para as empresas que utilizam o ERP Protheus, da TOTVS, o cronograma legal precisa ser acompanhado por um segundo calendário: o da atualização do ambiente, da implantação do Configurador de Tributos e da migração das regras fiscais mantidas na TES, nas exceções fiscais, nos parâmetros e nas customizações. Isso não significa que toda a TES deixará de existir. A principal mudança está na forma como os tributos são calculados. Os campos necessários para integrar os processos de Faturamento, Compras, Estoque, Financeiro, Ativo Fixo e outros módulos continuarão sendo utilizados. Em resumo: o que as empresas precisam saber agora? Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033 O calendário abaixo apresenta as principais etapas da transição para CBS, IBS e Imposto Seletivo. As porcentagens de 10%, 20%, 30% e 40% do IBS entre 2029 e 2032 representam etapas da transição em relação à alíquota de referência. Elas não devem ser interpretadas como alíquotas nominais aplicadas diretamente às operações. Ano O que muda na legislação Impacto esperado no ERP 2026 Ano de teste da CBS, com alíquota de 0,9%, e do IBS, com alíquota de 0,1%. PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI continuam vigentes. A legislação prevê dispensa do recolhimento dos tributos de teste para os contribuintes que cumprirem as obrigações acessórias aplicáveis. O sistema precisa calcular CBS e IBS, registrar os valores e gerar as informações exigidas nos documentos fiscais. Configurador de Tributos, componentes fiscais, schemas e serviços de transmissão precisam estar atualizados. 2027 e 2028 PIS e Cofins são extintos. A CBS passa a utilizar a alíquota de referência reduzida em 0,1 ponto percentual. O IBS utiliza 0,05% estadual e 0,05% municipal. O IPI tem alíquota reduzida a zero, com exceções relacionadas à proteção da Zona Franca de Manaus. O Imposto Seletivo entra em vigor conforme as hipóteses definidas em lei. A CBS deixa a fase de teste e passa a substituir PIS e Cofins. Regras, classificações, créditos, bases de cálculo e exceções precisam estar homologados no novo motor fiscal. 2029 ICMS e ISS passam a 90% das alíquotas atuais. A transição do IBS corresponde a 10% da alíquota de referência. O sistema precisa conviver com os tributos antigos reduzidos e com a expansão do IBS, mantendo coerência entre cálculo, documentos, escrituração e apuração. 2030 ICMS e ISS passam a 80%. A transição do IBS avança para 20%. As regras fiscais devem refletir as novas proporções e preservar a rastreabilidade dos cálculos. 2031 ICMS e ISS passam a 70%. A transição do IBS avança para 30%. Bases, alíquotas, créditos, exceções e integrações precisam ser revisados novamente. 2032 ICMS e ISS passam a 60%. A transição do IBS avança para 40%. O ambiente se aproxima da substituição integral, exigindo a revisão das regras remanescentes dos tributos antigos. 2033 ICMS e ISS são extintos e o IBS entra integralmente no novo modelo. A CBS permanece com a alíquota de referência. O motor fiscal deve operar integralmente de acordo com a nova estrutura de tributação do consumo. O que mudou nos documentos fiscais em 2026? O ano de teste não deve ser confundido com um período sem obrigações operacionais. Em julho de 2026, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram um cronograma específico para a implementação dos documentos fiscais eletrônicos da Reforma Tributária. Para documentos como NF-e, NFC-e, CT-e, CT-e OS, MDF-e e outros modelos relacionados no ato, o início da obrigatoriedade foi definido para 3 de agosto de 2026. Para a NFS-e de serviços em geral, o cronograma estabeleceu 1º de outubro de 2026. Outros documentos e operações possuem datas próprias, que devem ser consultadas no calendário oficial. Essas mudanças afetam diretamente os sistemas emissores. O ERP precisa formar as informações fiscais, enquanto os componentes responsáveis pela geração e transmissão dos documentos precisam reconhecer os novos leiautes. O processo envolve: Por isso, a autorização de uma nota não deve ser o único critério de homologação. A empresa precisa conferir o cálculo, as bases, as alíquotas, os códigos de classificação tributária, os totais, o XML e a escrituração resultante. O calendário dos documentos fiscais também informa que determinadas datas podem sofrer ajustes por necessidades técnicas ou operacionais. O acompanhamento dos canais oficiais continua sendo necessário durante toda a implantação. O Configurador de Tributos precisa estar instalado? A resposta mais precisa é que o Configurador de Tributos precisa estar disponível, atualizado, implantado e parametrizado. Tratar a adequação apenas como uma instalação pode transmitir a ideia de que disponibilizar a rotina resolve o processo. Na prática, o cálculo correto depende de diversos elementos: CBS, IBS estadual, IBS municipal e Imposto Seletivo devem ser configurados no novo motor fiscal. Dependendo da operação, o projeto pode envolver: A empresa também precisa testar vendas, compras, devoluções, transferências, remessas, bonificações, notas complementares e outras operações que façam parte de sua rotina. A TES será eliminada? Não integralmente. O que está sendo descontinuado é o uso de determinados campos da TES como base do cálculo fiscal. A rotina continuará exercendo funções necessárias à integração entre os módulos. Entre os campos que podem permanecer estão aqueles relacionados a: Portanto, dizer simplesmente que “a TES será extinta” pode levar a uma interpretação incorreta. A orientação mais adequada é: A lógica de cálculo fiscal

Integração Mercos com ERP: como unir força de vendas e ERP

O vendedor registra um pedido, mas o backoffice precisa digitá-lo novamente. Antes de negociar, a equipe consulta preço, estoque, crédito e condições comerciais por mensagens ou ligações. Enquanto isso, gestores têm dificuldade para identificar clientes inativos, acompanhar a carteira e direcionar o time para as melhores oportunidades. Esses problemas não significam, necessariamente, que a empresa não possui dados. Muitas vezes, as informações existem, mas estão distantes de quem precisa utilizá-las para vender. A integração Mercos com Protheus aproxima a força de vendas da base operacional da empresa. Produtos, preços, estoque, clientes e regras comerciais podem seguir do ERP para o Mercos, enquanto os pedidos registrados pela equipe podem retornar ao sistema de gestão para validação, faturamento e continuidade do processo. O resultado é um fluxo comercial mais conectado, com menos redigitação e mais informação para o vendedor. Entretanto, os dados integrados, a frequência de sincronização e as validações precisam ser definidos de acordo com a operação de cada empresa. Em resumo: como funciona a integração entre Mercos e ERP? A integração cria uma comunicação entre o sistema de gestão e a plataforma comercial. De um lado, o ERP permanece como base de produtos, preços, estoque, crédito, clientes, faturamento e processos internos. Do outro, o Mercos organiza a rotina da equipe, a emissão de pedidos, a gestão da carteira, os indicadores comerciais e o e-commerce B2B. Na prática, o fluxo pode ser resumido em cinco etapas: Assim, o vendedor não precisa reconstruir fora do sistema as informações que já existem na empresa, e o backoffice deixa de repetir parte do trabalho já realizado durante a venda. Por que integrar uma força de vendas ao ERP? O ERP e o sistema de força de vendas cumprem papéis diferentes e complementares. O sistema de gestão sustenta a operação. Ele concentra cadastros, regras comerciais, estoque, crédito, pedidos, documentos fiscais e rotinas internas. No entanto, nem sempre oferece ao vendedor a experiência necessária para consultar dados, administrar a carteira e registrar pedidos durante o atendimento. O sistema de força de vendas aproxima essas informações da equipe comercial. Ele ajuda o vendedor a transformar dados em atividades, negociações e pedidos. Também oferece aos gestores uma visão mais organizada da carteira e do desempenho do time. Sem integração, porém, os dois ambientes podem formar ilhas de informação. É nesse ponto que surgem tarefas como: A integração reduz essa distância. O objetivo não é substituir o ERP pelo Mercos ou o Mercos pelo ERP, mas permitir que cada solução cumpra sua função dentro de um fluxo conectado. O que é o Mercos e como ele apoia a força de vendas? O Mercos é uma plataforma de vendas voltada a indústrias, distribuidoras e representantes comerciais. A solução reúne recursos para emissão de pedidos, gestão da carteira, acompanhamento da equipe, análise de resultados e vendas por meio de e-commerce B2B. O vendedor pode consultar produtos, atender clientes e registrar pedidos pelo computador, celular ou tablet. Já a gestão consegue acompanhar atividades e indicadores que ajudam a orientar a operação comercial. Entre as funcionalidades apresentadas pelo Mercos estão: Pedidos e força de vendas A equipe consulta informações comerciais e registra pedidos em um ambiente estruturado. Isso reduz a dependência de mensagens, anotações, e-mails e arquivos soltos para formalizar uma venda. Gestão da carteira de clientes Histórico, contatos, atividades e oportunidades ficam organizados para apoiar o acompanhamento comercial. Dessa forma, a carteira deixa de depender apenas da memória individual de cada vendedor. Positivação e retenção O acompanhamento de clientes ativos, novos e inativos ajuda a identificar mudanças no comportamento de compra. A equipe pode perceber quais compradores deixaram de fazer pedidos e planejar uma abordagem antes de perder o relacionamento. Curva ABC de clientes A Curva ABC ajuda a reconhecer quais clientes concentram maior participação no faturamento e quais apresentam espaço para crescimento. Essa leitura permite direcionar tempo e esforço comercial de forma mais estratégica. Gestão e análise de vendas O desempenho pode ser acompanhado por período, cliente, vendedor, representada ou linha de produtos. Com essa visibilidade, o gestor não precisa esperar o fechamento do mês para identificar desvios e ajustar a atuação da equipe. E-commerce B2B O canal digital permite que clientes consultem produtos, realizem recompras e façam pedidos com mais autonomia. O e-commerce B2B amplia as possibilidades de atendimento sem eliminar o relacionamento com os vendedores. Em conjunto, o Mercos direciona e acompanha a atividade comercial, enquanto o ERP mantém a estrutura operacional que sustenta a venda. Quais informações podem ser integradas entre Mercos e Protheus? O escopo varia conforme os processos, as regras comerciais e a arquitetura utilizada por cada empresa. Por isso, a lista definitiva precisa ser validada durante o levantamento técnico. Entre as informações que podem fazer parte do projeto estão: Grupo Exemplos de dados e processos Produtos Categorias, produtos, descrições e imagens Estoque e ofertas Saldos de estoque e promoções Preços Tabelas de preços e relação entre tabelas e produtos Condições comerciais Condições de pagamento e transportadoras Clientes Cadastros, segmentos e categorias de produtos por cliente Regras por cliente Tabelas de preços e condições de pagamento específicas Equipe Vendedores, usuários e liberação de carteiras Operação Pedidos, notas fiscais e títulos em atraso Fiscal Exceções fiscais e impostos aplicáveis ao pedido, conforme o projeto Essa amplitude não significa que todos os projetos precisam integrar todos os itens. Uma operação pode começar com produtos, clientes, preços, estoque e pedidos. Outra pode exigir regras específicas de carteira, crédito, condições de pagamento ou tributação. O desenho correto é aquele que contempla os dados necessários para a venda sem criar complexidade que não gere valor para o processo. O que segue do ERP para o Mercos? No sentido ERP → Mercos, a integração leva informações que ajudam o vendedor a consultar, negociar e registrar o pedido. Esse fluxo pode incluir: Com esses dados disponíveis no ambiente de vendas, a equipe reduz a necessidade de solicitar cada informação ao backoffice antes de concluir uma negociação. O que segue do Mercos para o ERP? No sentido Mercos → ERP, o principal fluxo

SLA de suporte Atos Data: como funcionam os prazos e as prioridades

Resumo do SLA de suporte da Atos Data
De acordo com a política publicada na Central de Ajuda:
o atendimento deve ser iniciado em até três horas úteis;
chamados de severidade alta têm prazo de referência de até seis horas úteis;
chamados de severidade média têm prazo de referência de até 24 horas úteis;
chamados de severidade baixa têm prazo de referência de até 45 horas úteis;
consideram-se horas úteis o período das 9h às 18h;
a contagem ocorre de segunda a sexta-feira, exceto feriados;
o cliente precisa disponibilizar o acesso remoto necessário para a análise;
situações complexas podem exigir um plano de ação e um prazo adicional acordado com o cliente.

Como funciona um projeto de integração ERP: do planejamento ao suporte

Quando uma empresa avalia fazer um projeto de integração no Protheus, é natural concentrar a atenção no resultado final: pedidos entrando no ERP, estoques atualizados, títulos conciliados ou informações logísticas circulando automaticamente. Entretanto, o sucesso de um projeto de integração ERP não depende apenas da conexão técnica entre os sistemas. Antes do desenvolvimento, é necessário compreender os processos, delimitar o escopo, definir responsabilidades e estabelecer como cada fluxo será validado. Depois disso, ainda existem etapas importantes de instalação, parametrização, capacitação, testes, homologação, entrada em produção e suporte assistido. Sem essa estrutura, uma integração pode funcionar tecnicamente e, ainda assim, produzir um resultado inadequado para a operação. O sistema envia e recebe os dados, mas não respeita todas as regras fiscais, financeiras, comerciais ou logísticas da empresa. Neste artigo, apresentamos como a Atos Data estrutura seus projetos de integração, quais etapas antecedem o go-live e por que a metodologia, a senioridade da equipe e a participação do cliente influenciam diretamente o resultado. Por que um projeto de integração precisa de metodologia? Uma integração não atua de forma isolada. A informação recebida de uma plataforma pode afetar pedidos, estoque, faturamento, financeiro, fiscal, contabilidade, logística e atendimento. Por exemplo, importar um pedido de e-commerce não significa apenas criar um registro no ERP. O processo pode precisar identificar corretamente o cliente, o produto, a condição de pagamento, a tabela de preços, o estoque, o tipo de operação, a regra fiscal e a transportadora. Da mesma forma, uma integração financeira precisa fazer mais do que importar um valor. Ela deve relacionar transações, parcelas, taxas, comissões, repasses e ocorrências aos títulos existentes no sistema. Por isso, o projeto precisa conectar três dimensões: A metodologia organiza essas dimensões e cria pontos formais de validação. Assim, a empresa consegue acompanhar o que está sendo construído, quais informações ainda dependem de decisão e o que precisa ser aprovado antes da entrada em produção. As três etapas da metodologia da Atos Data Embora cada integração possua características próprias, a metodologia da Atos Data organiza o projeto em três macro-etapas. Etapa Objetivo principal Atividades Iniciação e planejamento Estruturar o projeto Alinhamento, definição da equipe, escopo, cronograma, kickoff, responsabilidades e gestão de mudanças Execução técnica Preparar e validar a integração Instalação, parametrização, cadastros, capacitação, testes, homologação, go-live e acompanhamento Encerramento Formalizar a conclusão Estabilização, documentação, reunião de encerramento e transição para suporte, quando aplicável Durante toda a jornada, uma camada de monitoramento e controle acompanha o cronograma, as atividades, as decisões, as mudanças e as dependências do projeto. Essa estrutura aparece nas páginas de integração com e-commerce e integração logística da Atos Data. Etapa 1: iniciação e planejamento O projeto começa antes da instalação da integração. Primeiro, as equipes precisam construir um entendimento comum sobre o cenário da empresa e o resultado esperado. Repasse e alinhamento do projeto A primeira atividade conecta as informações levantadas durante a etapa comercial à equipe que conduzirá o projeto. Nesse momento, a Atos Data analisa os objetivos apresentados, as plataformas envolvidas, as características do ambiente e os fluxos que fazem parte do escopo. O alinhamento também ajuda a identificar informações que ainda precisam ser detalhadas. Entre elas, podem estar regras comerciais, estruturas de produtos, cadastros, empresas e filiais, condições de pagamento, transportadoras, ocorrências financeiras ou tratamentos fiscais. Definição do escopo Um escopo claro precisa responder: Essas definições reduzem interpretações diferentes durante a execução. Além disso, ajudam a separar uma correção necessária de uma nova solicitação que amplia o projeto. Formação da equipe Depois de entender o cenário, a Atos Data define a equipe responsável pela condução do projeto. A gestão fica sob responsabilidade de gerentes de projetos certificados, que acompanham escopo, cronograma, dependências, riscos, comunicação e mudanças. A frente técnica conta com consultores seniores. A alocação considera a aderência do conhecimento de cada profissional ao desafio apresentado. Uma integração logística, por exemplo, exige conhecimento diferente de uma conciliação financeira, uma automação fiscal ou uma operação de fulfillment. Por isso, o consultor que assume a frente técnica precisa compreender tanto a integração quanto os processos afetados por ela. Essa combinação entre gestão e especialização técnica evita que o projeto seja conduzido apenas como uma sequência de tarefas de desenvolvimento. Construção do cronograma O cronograma organiza atividades, responsáveis, dependências e pontos de validação. Porém, ele não deve ser tratado como uma promessa genérica aplicável a qualquer empresa. O prazo pode variar conforme: Por isso, as páginas de integração da Atos Data apresentam jornadas de referência, mas o cronograma definitivo depende do levantamento e da prontidão do ambiente. Reunião de kickoff O kickoff marca o início formal do trabalho entre as equipes. Nessa reunião, as partes revisam objetivos, escopo, cronograma, participantes, canais de comunicação e responsabilidades. Também alinham os primeiros acessos e as agendas necessárias. Mais do que uma apresentação, o kickoff reduz ambiguidades. Ele garante que todos compreendam como o projeto será conduzido e quais entregas dependem da participação do cliente. Etapa 2: execução técnica e validação Depois do planejamento, o projeto avança para a preparação do ambiente e a configuração dos fluxos integrados. Instalação no ambiente de testes Sempre que a estrutura do projeto permitir, a equipe começa a instalação em um ambiente de testes ou homologação. Esse cuidado permite configurar e validar a integração sem interferir diretamente na operação em produção. Durante essa etapa, a equipe verifica acessos, versões, dependências técnicas, comunicação com as plataformas e condições necessárias para executar os primeiros cenários. Parametrização das rotinas A parametrização adapta a integração às regras definidas durante o levantamento. Dependendo do projeto, essa atividade pode envolver produtos, SKUs, clientes, preços, estoques, pedidos, títulos, condições de pagamento, transportadoras, empresas, filiais e outros registros. O objetivo não é apenas fazer os sistemas se comunicarem. A integração precisa interpretar os dados de acordo com a estrutura utilizada pela empresa. Cadastros e qualidade da informação Muitas falhas atribuídas à integração surgem, na verdade, de cadastros incompletos ou inconsistentes. Um produto pode possuir códigos diferentes. Uma filial pode estar associada ao canal incorreto. Uma condição de pagamento pode não encontrar correspondência no

Como reduzir divergências entre marketplace, adquirente e ERP

A venda aparece no marketplace. A transação foi aprovada. O pedido entrou no ERP. Ainda assim, quando o financeiro confere o repasse, os valores não fecham, há divergência no Marketplace. Esse cenário é comum porque o valor vendido nem sempre corresponde ao valor que a empresa receberá. Entre o pedido e a liquidação podem existir taxas, comissões, parcelamentos, fretes, antecipações, descontos, devoluções, estornos, retenções e chargebacks. Por isso, reduzir divergências entre marketplace, adquirente e ERP exige mais do que comparar o total vendido com o valor depositado. A empresa precisa relacionar cada venda aos eventos financeiros que aconteceram depois dela. Quando essa conexão não existe, o fechamento se transforma em uma investigação. A equipe acessa portais, baixa demonstrativos, cruza arquivos e procura manualmente a origem de cada diferença. Por que marketplace, adquirente e ERP apresentam valores diferentes? Marketplace, adquirente e ERP participam do fluxo financeiro, mas cada sistema enxerga uma parte diferente da operação. Origem O que registra O que pode alterar o valor Marketplace Pedido, comissão e demonstrativo de repasse Frete, tarifa, promoção, subsídio, devolução, penalidade e retenção Adquirente ou meio de pagamento Transação, parcela e agenda de recebimento Taxa, antecipação, cancelamento, estorno e chargeback ERP Venda, pedido, título e valor previsto Regras financeiras, baixas, ajustes e registros internos O marketplace parte do pedido e aplica suas regras para calcular o repasse. Já a adquirente parte da transação financeira e acompanha o valor até a liquidação. Por sua vez, o ERP registra a operação interna e aquilo que a empresa espera receber. Isso não significa que toda venda de marketplace precisa ser comparada diretamente com uma transação da adquirente. Em alguns modelos, o próprio canal intermedeia o pagamento e apresenta ao seller o valor líquido do repasse. Portanto, a conciliação deve respeitar o fluxo de cada canal. Forçar todas as vendas a seguirem a mesma regra pode criar novas inconsistências, em vez de resolver as existentes. Quais são as principais causas das divergências? Uma divergência nem sempre indica que alguém calculou um valor incorretamente. Muitas vezes, os sistemas apenas registraram momentos ou componentes diferentes da mesma operação. Diferença entre valor bruto e valor líquido O ERP pode registrar o valor integral da venda, enquanto o marketplace informa o repasse depois de descontar comissão, frete, tarifa ou campanha promocional. Nas operações com cartão, o valor liquidado também pode sofrer o desconto da taxa negociada com a adquirente. Se esses componentes não estiverem separados, uma cobrança prevista pode aparecer como uma divergência. Falta de um identificador em comum A mesma venda pode receber diferentes identificações ao longo do processo. O marketplace utiliza o número do pedido. O meio de pagamento utiliza o código da transação. Enquanto isso, o ERP cria um pedido e um título financeiro próprios. Sem uma chave que relacione esses registros, a equipe pode ter os três dados disponíveis e, ainda assim, não conseguir confirmar que pertencem à mesma operação. Diferenças de data A data da venda, a aprovação do pagamento, a geração do título e o repasse não ocorrem necessariamente no mesmo dia. Além disso, parcelamentos, finais de semana, prazos de entrega e regras de fechamento podem alterar a agenda. Dessa forma, uma comparação baseada apenas no período pode classificar como ausente um recebimento que ainda não venceu. Cancelamentos, devoluções e chargebacks Uma venda registrada corretamente pode sofrer uma alteração posterior. O cliente pode cancelar o pedido, devolver o produto ou contestar a cobrança. O problema aparece quando o evento chega a uma plataforma, mas não atualiza os demais registros. Nesse caso, o marketplace ou a adquirente reduz o repasse, enquanto o título continua aberto no ERP com o valor original. Antecipação de recebíveis A antecipação altera a data e o valor líquido da transação. Por isso, o recebimento pode não coincidir com a agenda inicialmente registrada no sistema. Se a conciliação considerar apenas a previsão original, o financeiro encontrará uma diferença mesmo que a adquirente tenha liquidado a operação de acordo com a antecipação solicitada. Regras diferentes por canal, CNPJ ou filial Cada canal pode aplicar tarifas, comissões e prazos próprios. Além disso, uma empresa com vários CNPJs ou filiais precisa garantir que os recebimentos sejam associados à estrutura correta. Quando o processo mistura essas regras, o total consolidado pode parecer correto, mas os títulos individuais continuam divergentes. Dependência de controles manuais Planilhas ajudam a organizar uma operação pequena. Entretanto, elas se tornam frágeis quando aumentam o número de canais, arquivos e ocorrências financeiras. Nesse cenário, a equipe passa a copiar informações entre sistemas, adaptar layouts e refazer fórmulas. Consequentemente, o controle paralelo se transforma em mais uma possível origem de diferenças. Como reduzir as divergências na prática? A redução das divergências começa antes da automação. Primeiro, a empresa precisa entender como os dados circulam e definir o que considera uma operação conciliada. 1. Mapeie todas as fontes de informação O primeiro passo é identificar onde nascem os dados usados no processo. Esse levantamento deve incluir: Esse mapeamento evita que a empresa automatize apenas uma parte da conferência e continue dependendo de planilhas para completar o processo. 2. Defina as chaves de conciliação A conciliação precisa de identificadores que permitam acompanhar a venda durante toda a jornada. Dependendo da operação, a correspondência pode utilizar: Uma única informação pode não ser suficiente. Por isso, o projeto pode combinar diferentes campos para localizar a operação correta com segurança. 3. Separe as regras de cartões e marketplaces Cartões e marketplaces podem fazer parte do mesmo ecossistema financeiro. No entanto, eles não devem receber exatamente o mesmo tratamento. Na conciliação de cartões, o ponto de partida costuma ser a transação. A análise considera parcelas, taxas, agenda de recebimento, antecipações e chargebacks. No marketplace, o ponto de partida normalmente é o pedido. A conferência envolve comissão, tarifa, frete, promoções, devoluções, retenções e repasse líquido. A empresa reduz divergências quando preserva as particularidades de cada fonte e, ao mesmo tempo, centraliza os resultados no ERP. 4. Integre os dados externos aos registros do ERP Baixar arquivos automaticamente não resolve todo o

Consultoria Protheus: integrações, automações e consultoria para operações complexas

Uma operação empresarial moderna raramente depende de um único sistema. Vendas, estoque, logística, pagamentos, documentos fiscais, atendimento e gestão financeira são distribuídos entre diferentes plataformas, cada uma com seus próprios dados, regras e formas de comunicação. E é ai que entram as integrações. O problema aparece quando esses ambientes deixam de conversar entre si. Pedidos precisam ser digitados novamente, os saldos de estoque ficam divergentes, as informações fiscais chegam incompletas, os repasses são controlados em planilhas e as equipes passam mais tempo corrigindo dados do que analisando a operação. É nesse cenário que atua a Atos Data. A empresa combina consultoria, engenharia de processos, desenvolvimento e integrções de sistemas para manter o ERP como núcleo confiável da operação. Sua experiência está concentrada em ambientes Protheus e nos processos de back-office que sustentam empresas de médio e grande porte, sempre com atuação independente e foco na realidade de cada negócio. Com mais de 10 anos de atuação, mais de 250 clientes atendidos, mais de 1.000 projetos entregues e mais de 95 integrações desenvolvidas, a Atos Data acumulou experiência em operações digitais, financeiras, fiscais e logísticas de diferentes níveis de complexidade. +10 anos de atuação +300 clientes atendidos +1.000 projetos entregues +100 integrações desenvolvidas Em uma frase A Atos Data conecta processos, plataformas e dados para fazer do sistema de gestão o centro estratégico da operação. Quem é a Atos Data? A Atos Data é uma consultoria independente que atua na implantação, evolução, sustentação, automação e integrações no ERP Protheus. O trabalho abrange desde o diagnóstico e o desenho dos processos até o desenvolvimento, a homologação, o go-live e a operação assistida. A empresa não se limita a desenvolver conexões isoladas entre plataformas. Cada projeto começa pelo entendimento de como a operação funciona, quais informações precisam circular, quais riscos devem ser controlados e como os sistemas podem trabalhar de maneira mais coordenada. Esse posicionamento une três competências complementares: conhecimento técnico e funcional do ERP, engenharia de processos e um ecossistema amplo de integrações. A combinação permite atuar em desafios que envolvem vendas, estoque, faturamento, fiscal, financeiro, logística, atendimento e canais digitais. Conheça também a página de consultoria e evolução de ambientes de gestão, onde a Atos Data apresenta sua atuação em implantação, reimplantação, sustentação e desenvolvimento. Integração começa pelo entendimento dos processos Uma integração tecnicamente funcional pode, ainda assim, produzir um resultado ruim quando não considera as regras do negócio. Por isso, a Atos Data avalia os fluxos antes de definir a arquitetura da solução. O levantamento busca compreender onde a informação nasce, quem a utiliza, quais aprovações existem, quais exceções precisam ser tratadas e quais impactos uma mudança pode gerar nas áreas fiscal, financeira, contábil, comercial e operacional. Essa etapa ajuda a evitar que a tecnologia apenas reproduza controles manuais ineficientes. Em vez de transportar um problema de uma planilha para dentro do ERP, o objetivo é redesenhar o fluxo e eliminar gargalos, retrabalhos e falhas de comunicação. A abordagem é detalhada na página de consultoria de processos, que apresenta o mapeamento de fluxos, a análise de gargalos e o desenho de oportunidades de automação. Um ecossistema com mais de 95 integrações Ao longo de mais de uma década, a Atos Data desenvolveu integrações para diferentes partes da operação empresarial. O objetivo central é manter o sistema de gestão como fonte principal das informações, enquanto as plataformas externas funcionam como canais conectados. Essa arquitetura reduz a duplicidade de dados, diminui a dependência de planilhas paralelas e melhora a rastreabilidade entre o que aconteceu no canal externo e o que foi registrado internamente. O portfólio reúne integrações para e-commerce, marketplaces, meios de pagamento, fulfillment, logística, WMS, força de vendas, CRM, portais e automações fiscais. A seguir, apresentamos as principais frentes de atuação e os fluxos que podem ser conectados. Integrações para e-commerce Em operações de comércio eletrônico, a integração precisa manter produtos, pedidos, clientes, preços, estoque, faturamento e status logístico alinhados entre a loja virtual e o sistema de gestão. A Atos Data possui experiência com plataformas como VTEX, Magento, Shopify, WooCommerce, Wake Commerce, Uappi e Tray. Dependendo do projeto, a conexão pode abranger produtos e SKUs, preços, condições de pagamento, estoque, pedidos, cálculo fiscal, faturamento, cancelamentos, trocas, devoluções, frete, etiquetas, rastreamento e fluxo financeiro. Quando esses processos estão integrados, o e-commerce permanece como canal de venda, enquanto o ERP concentra as regras e os registros que sustentam a operação. Isso reduz digitação manual, melhora a consistência do estoque e dá mais previsibilidade ao faturamento. Saiba mais na página de integração de e-commerce e no conteúdo sobre integrações com plataformas de comércio eletrônico. Marketplaces e hubs conectados à gestão A venda em marketplaces amplia o alcance comercial, mas também acrescenta regras de comissão, tarifa, promoção, cancelamento, estoque e repasse. Quando cada canal é controlado separadamente, a operação tende a acumular planilhas, arquivos e rotinas paralelas. A Atos Data já desenvolveu projetos envolvendo Mercado Livre, Amazon, Magalu, Shopee, Americanas/B2W, Olist, Plugg.to e ANYMARKET. Os fluxos podem incluir pedidos, faturamento, estoque, preços, promoções, comissões, tarifas, cancelamentos e conciliação financeira. A integração permite que a empresa trate os diferentes canais dentro de uma arquitetura coordenada. Assim, pedidos e ocorrências externas podem ser relacionados aos registros internos sem transformar cada marketplace em uma operação isolada. Fulfillment integrado ao sistema de gestão Modelos de fulfillment exigem atenção especial porque parte do estoque e da operação logística fica sob responsabilidade de terceiros. O ERP precisa continuar representando corretamente remessas, retornos simbólicos, notas externas, saldos, títulos financeiros e estoque em poder de terceiros. A Atos Data possui experiência com cenários como Mercado Livre Full, Amazon FBA, Magalu, Shopee, Unlock e Infracommerce. Os projetos podem envolver captura de XML por API, escrituração de notas externas, remessas, retornos, baixa de estoque, faturamento, títulos financeiros, parametrizações fiscais e conciliação de recebíveis e tarifas. Esse tipo de projeto combina integração técnica com conhecimento fiscal e operacional. Não basta saber que um produto saiu do estoque; é preciso registrar onde ele está, quais documentos foram emitidos e como cada evento deve impactar a gestão. Conheça