Como Automatizar a Migração para o Configurador de Tributos e Reduzir o Trabalho em 70%

Com a aproximação da Reforma Tributária, a migração do TES para o Configurador de Tributos Protheus se tornou um projeto crítico e obrigatório para 2026. No entanto, um dos maiores desafios dessa transição é o cadastro manual de centenas, ou até milhares, de novas regras fiscais. Por essa razão, muitas empresas se perguntam: existe uma forma mais inteligente de fazer isso? A resposta é sim: automatizar as configurações iniciais do Configurador de Tributos. O Maior Desafio da Migração: O Cadastro Manual de Regras A migração para o Configurador de Tributos não possui uma solução nativa de migração de dados. Consequentemente, a tarefa de cadastrar todas as regras fiscais da empresa, que a depender da operação pode ser imensa, recai sobre a equipe fiscal e de TI. Este processo manual é: A Solução: Automatizar a Configuração Inicial Reconhecendo esse gargalo, a Atos Data, consultoria especialista no ecossistema Protheus, desenvolveu uma solução de carga automatizada de dados. Esta abordagem inovadora permite automatizar o cadastro e a configuração inicial do seu Configurador de Tributos. Benefícios Diretos da Automação da Migração Ao automatizar o Configurador de Tributos Protheus, os ganhos são imediatos: Por fim, o que podemos tirar disso? A migração para o Configurador de Tributos é obrigatória, mas a forma como você a executa não precisa ser lenta e arriscada. Portanto, a automação oferecida pela Atos Data transforma um desafio complexo em uma oportunidade para realizar uma transição rápida, segura e inteligente, posicionando sua empresa um passo à frente na jornada da Reforma Tributária. Conte com a Atos Data!

Guia Definitivo ERP 2026: Calendário de Releases, Reforma Tributária e o Fim do TES

Estamos em fevereiro de 2026 e o ecossistema do ERP TOTVS Protheus atravessa um dos períodos de maior transformação técnica e fiscal de sua história. Entre a expiração de versões e a implementação da Reforma Tributária, os gestores de TI e Controladoria enfrentam um calendário apertado que exige planejamento imediato. Neste artigo, respondemos às principais dúvidas sobre os prazos de 2026 e como garantir que sua operação não apenas sobreviva, mas prospere em meio às mudanças. Perguntas Frequentes sobre o ERP em 2026 1. Quando expira o suporte da Release 12.1.2410? O suporte padrão para a Release 12.1.2410 está previsto para encerrar em 30 de junho de 2026. Após esta data, a versão deixa de receber correções críticas e atualizações de segurança, tornando a migração para a Release 12.1.2510 (com suporte até junho de 2027) uma prioridade. 2. O que muda no cálculo de impostos em outubro de 2026? A partir de outubro de 2026, o Configurador de Tributos (CFGTRIB) passa a ser o motor principal de cálculos do Protheus. Esta mudança é fundamental para suportar o modelo de cálculo do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). 3. Qual o prazo para evitar penalidades no IBS/CBS? As penalidades relacionadas ao preenchimento de campos do IBS e da CBS estão suspensas apenas até 31 de março de 2026. Após este prazo, o compliance fiscal exige que o sistema esteja corretamente parametrizado para essas novas exigências. Cronograma Estratégico Protheus (2026 – 2027) Para facilitar a visualização do seu Roadmap, organizamos os marcos críticos em ordem cronológica: O Fim da “Era TES”: Por que você deve agir agora? Uma das dúvidas mais comuns é sobre a convivência entre o modelo antigo (TES) e o novo (Configurador de Tributos). Embora o Protheus permita um “modelo híbrido” temporário, a partir da futura release 12.1.2610, os campos de cálculo do TES antigos serão totalmente desativados. Isso significa que o esforço para migrar o seu legado fiscal não é apenas uma escolha de modernização, mas uma obrigatoriedade para manter o faturamento da sua empresa ativo. Como a Atos Data Simplifica sua Transição Sabemos que gerir esse volume de prazos e mudanças técnicas pode ser desafiador. Na Atos Data, nossa missão é simplificar essa jornada para você. Atuamos como um guia estratégico, garantindo que sua empresa atravesse 2026 com total segurança. Nosso Diferencial: Carga Automatizada de Dados Em vez de meses de configuração manual sujeita a erros, utilizamos uma Metodologia de Carga Automatizada. Essa tecnologia nos permite: Com um processo estruturado em 5 etapas claras, do diagnóstico ao Go-live assistido, nossa equipe de especialistas seniores pega sua operação pela mão e entrega o resultado que seu negócio precisa. Não deixe o calendário ditar o ritmo da sua preocupação. FALE COM UM ESPECIALISTA E SIMPLIFIQUE SEU PROTHEUS

Configurador de Tributos: O Guia Definitivo para Sair do TES e se Preparar para a Reforma Tributária

A Reforma Tributária já é uma realidade e, com ela, a complexidade fiscal no Brasil atinge um novo patamar. Para as empresas que utilizam o ERP Protheus, surge uma pergunta crítica: a forma como calculamos impostos hoje será suficiente para o amanhã? A resposta está na transição de um velho conhecido, o TES, para uma ferramenta muito mais robusta e inteligente. Este é o guia definitivo sobre o Configurador de Tributos, a peça-chave para garantir o compliance e a eficiência da sua operação.   O Fim de uma Era: Por que o Cadastro de TES não é mais suficiente? O TES (Tipo de Entrada e Saída) foi, por anos, o coração da apuração fiscal no Protheus. No entanto, sua estrutura, baseada em amarrações e em uma lógica mais rígida, não foi projetada para a flexibilidade que a Reforma Tributária e o cenário de negócios atual exigem. Os principais desafios do modelo baseado em TES hoje são: Manutenção Complexa: A criação de centenas, ou até milhares, de códigos de TES para cada cenário de exceção fiscal torna a gestão um verdadeiro labirinto. Alto Risco de Erros: Um único TES configurado de forma incorreta pode gerar uma cascata de erros em notas fiscais, apurações e obrigações acessórias, resultando em multas e prejuízos. Baixa Flexibilidade: Adaptar-se a uma nova legislação ou a um benefício fiscal específico exige um esforço manual e demorado, travando a agilidade do negócio.  Afinal, o que é o Configurador de Tributos do Protheus? O Configurador de Tributos é a evolução natural do cálculo fiscal dentro do Protheus. Em vez de se basear em códigos pré-definidos (TES), ele utiliza um motor de regras totalmente configurável. Na prática, ele funciona como um cérebro fiscal dentro do ERP, capaz de interpretar as variáveis de uma operação (NCM, CFOP, tipo de cliente, localidade, etc.) e aplicar as regras tributárias corretas de forma dinâmica e automatizada.   Configurador de Tributos vs. TES: As 5 Principais Diferenças Flexibilidade e Inteligência TES: Rígido. Para cada exceção, um novo código. Configurador de Tributos: Flexível. Você cria as regras e as condições, e o sistema as aplica de forma inteligente, sem a necessidade de criar dezenas de novos cadastros.   Facilidade de Manutenção TES: Difícil. Uma mudança na legislação pode exigir a revisão de centenas de códigos. Configurador de Tributos: Centralizada. A alteração é feita na regra-mãe, e o sistema a replica para todas as operações pertinentes de forma automática.   Rastreabilidade e Auditoria TES: Limitada. É difícil rastrear por que um determinado imposto foi calculado de certa forma. Configurador de Tributos: Completa. A ferramenta oferece um log detalhado que mostra exatamente qual regra e qual cálculo foram aplicados em cada documento fiscal.   Redução de erros humanos TES: Propenso a erros. O usuário pode selecionar o TES errado no momento da nota. Configurador de Tributos: Minimiza erros. O cálculo é automatizado com base nos dados da operação, eliminando a necessidade de escolha manual.   Preparação para o Futuro (IBS e CBS) TES: Inadequado. Não possui a estrutura necessária para suportar as complexidades da Reforma Tributária. Configurador de Tributos: Essencial. É a ferramenta designada pela TOTVS para lidar com as novas regras do IBS e CBS, sendo o único caminho para a conformidade futura.   Como Implementar o Configurador de Tributos? Um Plano de Ação A migração do TES para o Configurador de Tributos é um projeto estratégico que deve ser bem planejado. Os passos essenciais incluem:   Diagnóstico Fiscal e de Processos: Mapear todas as operações e regras fiscais atuais da empresa. Planejamento da Migração: Definir a arquitetura das novas regras e o cronograma do projeto. Configuração e Parametrização: Construir o novo motor de regras dentro do ambiente Protheus. Homologação e Treinamento: Realizar testes exaustivos em um ambiente seguro e treinar a equipe para a nova realidade. A Importância de uma Consultoria Especialista na Transição Realizar essa migração sozinho é um risco enorme. Um erro na parametrização do Configurador de Tributos pode comprometer toda a operação fiscal da empresa. Uma consultoria especialista como a Atos Data garante:   Expertise Técnica: Conhecimento profundo da ferramenta e das melhores práticas. Visão de Negócio: Entendimento para traduzir a legislação em regras de sistema eficientes. Segurança e Agilidade: Um projeto conduzido de forma segura, no prazo e sem impactar a operação do dia a dia. A transição do TES para o Configurador de Tributos não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”. Adiar essa mudança é se prender a um modelo obsoleto e arriscado. Iniciar o projeto agora significa colocar sua empresa um passo à frente, garantindo não apenas a conformidade com a Reforma Tributária, mas também uma operação fiscal muito mais inteligente, segura e eficiente. Pronto para dar o próximo passo? Fale com os especialistas da Atos Data e solicite um diagnóstico para entender como o Configurador de Tributos pode transformar a gestão fiscal do seu negócio.

TES e Configurador de Tributos: guia completo sobre a transição fiscal na Reforma Tributária

O que mudou no ERP com a Reforma Tributária? A Reforma Tributária, iniciada em 2026, trouxe mudanças estruturais para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus. A criação do IBS e da CBS não representa apenas a alteração de alíquotas, mas uma mudança profunda na arquitetura de cálculo tributário do sistema. Historicamente, o Protheus sempre utilizou o TES (Tipos de Entrada e Saída) como base para o cálculo de impostos. No entanto, com a Reforma Tributária, o Configurador de Tributos no Protheus passa a assumir o papel de motor fiscal principal. Por esse motivo, entender a relação entre TES e Configurador de Tributos no Protheus tornou-se essencial para a continuidade operacional e fiscal das empresas. O que é o modelo híbrido de tributos no Protheus? Atualmente, a maioria das empresas opera em um modelo híbrido de tributos no Protheus. Nesse modelo: Essa abordagem foi necessária para garantir continuidade no curto prazo. Contudo, é importante destacar que o modelo híbrido não foi projetado como solução definitiva. Existe um período de testes para o IBS e a CBS? Sim. A regulamentação da Reforma Tributária definiu um período oficial de testes e validações, válido para todas as empresas usuárias do Protheus. Durante esse período: Ou seja, o período de testes foi criado para permitir adaptação técnica, e não para postergar indefinidamente a migração do legado fiscal. Até quando vai o período de testes da Reforma Tributária? O período de maior flexibilidade vai até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos do IBS e da CBS. A partir desse marco: Portanto, o período de testes existe, mas possui prazo definido. O TES vai deixar de existir no ERP? O TES não deixa de existir de forma imediata. No entanto, ele perde protagonismo técnico dentro do Protheus. De acordo com o roadmap do sistema, o Configurador de Tributos no Protheus se consolida como motor fiscal principal, enquanto o TES passa a ter um papel cada vez mais limitado. Manter regras complexas exclusivamente no TES tende a gerar retrabalho, dificuldades de atualização e limitações técnicas em releases futuras. Qual é a principal dificuldade das empresas na transição do TES? Na prática, o maior desafio não está em entender o Configurador de Tributos no Protheus. A principal dificuldade das empresas é migrar toda a lógica histórica construída no TES. Essa lógica envolve: Sem método, essa migração se torna lenta, arriscada e difícil de homologar. Por que adiar a migração do TES aumenta o risco? À medida que o período de testes avança, o tempo disponível para ajustes diminui. Além disso, projetos iniciados sob pressão tendem a ser mais caros e menos previsíveis. Por outro lado, empresas que utilizam esse período para mapear regras, testar cálculos em paralelo e estruturar a migração com antecedência reduzem riscos e ganham previsibilidade. Qual é a forma mais segura de migrar do TES para o Configurador de Tributos? A migração do TES para o Configurador de Tributos no Protheus deve ser tratada como um processo estruturado, e não como um evento pontual. Esse processo envolve: Dessa forma, é possível reduzir impactos operacionais e garantir maior estabilidade durante a transição. Como a Atos Data apoia a migração do TES? A Atos Data atua apoiando empresas que utilizam o Protheus na migração do TES para o Configurador de Tributos, combinando metodologia estruturada com carga automatizada de dados. Essa abordagem permite: Assim, as empresas conseguem aproveitar o período de testes como vantagem estratégica. Conclusão: como preparar o ERP para o novo cenário tributário A Reforma Tributária alterou de forma definitiva a arquitetura fiscal do Protheus. O período de testes oferece tempo para adaptação, mas exige planejamento. Mais do que configurar novos tributos, o desafio agora é migrar o legado do TES para o Configurador de Tributos no Protheus de forma estruturada, segura e previsível. Empresas que iniciam esse processo durante o período de testes reduzem riscos, ganham controle e preparam o ERP para evoluir de forma sustentável no novo cenário tributário.

Fim do TES no ERP: o período de testes em andamento e o que muda quando as regras do IBS e da CBS forem endurecidas

O período de adaptação ainda está em curso, mas tem prazo definido Desde o início da Reforma Tributária, no dia primeiro de janeiro de 2026, empresas usuárias do ERP Protheus passaram a conviver com um novo cenário técnico fiscal. A introdução do IBS e da CBS exigiu mudanças estruturais no cálculo de tributos, levando muitas organizações a adotarem o chamado modelo híbrido, no qual os novos tributos são calculados no Configurador de Tributos enquanto os impostos antigos continuam operando via TES. Atualmente, as empresas ainda se encontram no período inicial de testes e validações, no qual não há aplicação imediata de penalidades relacionadas ao preenchimento dos campos específicos do IBS e da CBS nos documentos fiscais eletrônicos. No entanto, esse período é transitório e possui prazo definido. À medida que ele avança, o nível de exigência técnica e operacional sobre o Protheus e sua arquitetura fiscal tende a aumentar. O que é o período de testes e validações do IBS e da CBS De acordo com a regulamentação inicial da Reforma Tributária, não houve aplicação de penalidades pela ausência de preenchimento ou registro dos campos específicos do IBS e da CBS nos documentos fiscais eletrônicos, até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação da parte comum dos regulamentos desses tributos. Na prática, esse período funciona como uma fase de adaptação. Ele permite que as empresas configurem seus sistemas, realizem testes e entendam a nova lógica tributária sem sofrer penalidades imediatas. Contudo, é fundamental destacar que esse prazo nunca teve como objetivo postergar indefinidamente a adequação. Pelo contrário, ele foi criado para viabilizar uma transição organizada. O que muda a partir do primeiro dia do quarto mês A partir do encerramento desse período, as regras passam a ser aplicadas com maior rigor. Isso significa que os campos relacionados ao IBS e à CBS deixam de ser tolerados como opcionais e passam a ser exigidos de forma consistente nos documentos fiscais eletrônicos. Consequentemente, empresas que ainda operam com configurações incompletas, ajustes manuais ou dependência excessiva do TES passam a assumir riscos maiores, tanto do ponto de vista fiscal quanto operacional. Além disso, esse novo momento reforça uma realidade técnica já conhecida: o modelo híbrido não foi concebido como solução definitiva. O impacto direto no Protheus e no uso do TES Embora o prazo regulatório tenha concedido um fôlego inicial, o roadmap técnico do Protheus aponta para um caminho claro. O Configurador de Tributos passa a assumir o papel de motor fiscal principal, enquanto o TES deixa gradualmente de ser o centro dos cálculos tributários. Nesse contexto, manter regras complexas, exceções e personalizações exclusivamente no TES começa a gerar atrito técnico, retrabalho e dificuldades de evolução do ERP. Portanto, o fim do período de testes não representa apenas um endurecimento legal, mas também um sinal claro de que a migração do legado fiscal precisa entrar na agenda estratégica das empresas. A principal dor das empresas: migrar o legado do TES Nas conversas com empresas que já configuraram o IBS e a CBS, um ponto é recorrente: o desafio não está em entender o Configurador de Tributos, mas em migrar toda a lógica histórica construída no TES. Anos de regras fiscais, exceções, TES inteligentes e particularidades operacionais precisam ser traduzidos para o novo modelo de cálculo. Sem método, esse processo se torna longo, arriscado e difícil de homologar. Por esse motivo, muitas empresas permanecem no modelo híbrido mais tempo do que deveriam, mesmo sabendo que ele tem prazo de validade técnica. Por que esperar aumenta o risco À medida que as regras do IBS e da CBS passam a ser exigidas com mais rigor, os riscos se acumulam. Divergências de cálculo, inconsistências nos documentos fiscais e dificuldades em atualizar o Protheus tornam-se mais prováveis. Além disso, projetos de migração iniciados sob pressão de prazo tendem a ser mais caros e menos controlados. Planejar a transição com antecedência permite validar regras em paralelo, reduzir impactos operacionais e garantir maior previsibilidade. O caminho mais seguro: tratar a migração como processo A migração do TES para o Configurador de Tributos não deve ser encarada como um evento pontual, mas como um processo estruturado. Isso envolve mapear regras existentes, traduzir a lógica fiscal, homologar cenários em paralelo e evoluir o ambiente por etapas. Quando conduzida dessa forma, a transição ocorre sem a necessidade de interromper a operação, reduzindo riscos e acelerando o tempo de adaptação ao novo modelo tributário. Conclusão: o fim do período de testes muda o jogo O período inicial sem penalidades cumpre o seu papel ao permitir que as empresas entrassem na Reforma Tributária com continuidade operacional. No entanto, com o fim dessa fase, o nível de exigência aumenta e a tolerância diminui. Mais do que nunca, o foco deixa de ser apenas configurar os novos tributos e passa a ser migrar o legado do TES de forma estruturada e segura. Empresas que iniciam esse processo agora ganham previsibilidade, reduzem riscos e preparam o Protheus para evoluir em um cenário fiscal cada vez mais exigente. A Atos Data como parceira estratégica nessa transição A Atos Data atua como parceira estratégica de empresas que utilizam o ERP Protheus e precisam atravessar essa transição fiscal com segurança. Nossa abordagem combina metodologia de migração estruturada com carga automatizada de dados, permitindo acelerar significativamente a tradução das regras do TES para o Configurador de Tributos, sem depender de processos manuais extensos. Com isso, conseguimos: Mais do que implantar configurações, a Atos Data atua para viabilizar a saída definitiva do modelo híbrido, preparando o ambiente Protheus para os próximos ciclos fiscais e tecnológicos.

Integrações entre o ERP e plataformas de e-commerce: onde os projetos mais ganham ou mais falham

 O e-commerce expõe tudo o que o ERP não resolve sozinho O crescimento do e-commerce colocou o ERP no centro da operação. Pedidos entram em grande volume, canais se multiplicam e a expectativa do cliente final é cada vez maior. Nesse cenário, o Protheus deixa de ser apenas um sistema de retaguarda e passa a atuar como o núcleo que sustenta faturamento, estoque, logística, financeiro e fiscal. É justamente nesse ponto que as integrações entre o Protheus e as plataformas de e-commerce deixam de ser um detalhe técnico e passam a ser um fator crítico de sucesso, ou de falha. Por que integrações são o maior ponto de fragilidade nos projetos de e-commerce Na prática, a maioria dos problemas em operações de e-commerce não está na plataforma de vendas nem no ERP isoladamente. Eles surgem na forma como esses sistemas se conectam. Integrações mal estruturadas costumam gerar: Esses problemas raramente aparecem no início do projeto. Eles surgem com o aumento do volume de pedidos, com campanhas comerciais mais agressivas ou com a entrada de novos canais. O erro comum: tratar a integração como projeto pontual Um dos erros mais frequentes é tratar a integração entre o Protheus e a plataforma de e-commerce como um projeto pontual, focado apenas em “fazer o pedido entrar no ERP”. Esse tipo de abordagem ignora pontos essenciais como: Quando esses fatores não são considerados desde o início, o custo aparece depois — em retrabalho, correções emergenciais e projetos de reestruturação. O papel do Protheus como orquestrador do e-commerce Em operações maduras, o Protheus precisa assumir o papel de orquestrador do ecossistema de e-commerce. Isso significa centralizar regras de negócio, garantir consistência de dados e sustentar a operação mesmo em cenários de alto volume transacional. Para que isso aconteça, as integrações precisam ser: Integrações frágeis funcionam apenas enquanto o volume é baixo. Integrações bem construídas sustentam o crescimento. Plataformas de e-commerce e a complexidade do ambiente real Plataformas como VTEX, Uappi, Magento, Wake Commerce, Tray, Shopify e WooCommerce oferecem grande flexibilidade comercial. No entanto, essa flexibilidade aumenta significativamente a complexidade do backoffice quando não existe uma integração sólida com o ERP. Cada plataforma possui particularidades em pedidos, preços, promoções, meios de pagamento, logística e cancelamentos. Sem uma integração bem estruturada com o Protheus, essas diferenças se transformam rapidamente em exceções operacionais, retrabalho e perda de controle Por outro lado, quando a integração é construída de forma nativa e pensada para operação real, os benefícios são claros: Esses benefícios não apenas reduzem o esforço operacional, como também criam uma base mais sólida para crescimento sustentável e tomada de decisão. Integrações validadas em operação fazem diferença Existe uma diferença significativa entre integrações conceituais e integrações validadas em operação real. Projetos que já passaram por diferentes cenários, volumes e modelos de negócio tendem a ser mais estáveis e previsíveis. Integrações que operam em centenas de ambientes diferentes acumulam aprendizado prático, ajustes de exceção e melhorias contínuas que dificilmente aparecem em projetos isolados. Esse fator se torna ainda mais relevante em 2026, quando a evolução do Protheus, a Reforma Tributária e o fim gradual do TES aumentam a complexidade do ambiente. Conclusão: integrações são decisão estratégica, não técnica Escolher como integrar o Protheus às plataformas de e-commerce é uma decisão que impacta diretamente a capacidade de crescimento da empresa. Mais do que escolher a plataforma certa, é fundamental garantir que o ERP e o ecossistema ao redor consigam operar de forma integrada, consistente e preparada para evoluir. Em um cenário de mudanças fiscais, aumento de volume e pressão por eficiência, integrações bem estruturadas deixam de ser um diferencial e passam a ser uma necessidade estratégica.

Por que escolher o parceiro certo para o ERP em 2026 vai além da Reforma

Para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus, 2026 representa uma mudança estrutural. A Reforma Tributária, o avanço do Configurador de Tributos e o fim gradual do uso do TES como motor fiscal principal criam um cenário que vai muito além de adequações legais. O que está em jogo não é apenas conformidade tributária. É continuidade operacional, integração entre áreas, confiabilidade dos dados e capacidade de evolução do ERP em um ambiente cada vez mais conectado. Nesse contexto, o Protheus deixa de ser apenas um sistema fiscal ou contábil e passa a ser o eixo central de uma operação integrada, onde qualquer mudança impacta pedidos, faturamento, logística, financeiro, conciliações e tomada de decisão. O erro mais comum: tratar a transição como um projeto isolado Com a entrada da Reforma Tributária, muitas empresas concentraram esforços exclusivamente na configuração dos novos tributos. Essa decisão foi correta no curto prazo, mas insuficiente como estratégia de médio e longo prazo. O maior risco em 2026 é tratar essa transição como um projeto pontual, desconectado do restante do ambiente Protheus. O modelo híbrido, novos tributos no Configurador de Tributos e impostos antigos mantidos no TES, é uma ponte necessária, mas temporária. Quando essa transição não considera integrações, fluxos operacionais e dependências sistêmicas, o impacto aparece depois: retrabalho, inconsistências, dificuldades de atualização e decisões tomadas sob pressão de prazo. O ERP real vive conectado a um ecossistema Na prática, o Protheus raramente opera de forma isolada. Ele se conecta a um ecossistema complexo que sustenta o negócio no dia a dia. Pedidos entram por plataformas de e-commerce B2C e B2B. Marketplaces centralizam vendas e regras comerciais. Integrações logísticas cuidam de frete, fulfillment e transportadoras. Conciliações financeiras garantem que o faturamento, os recebíveis e os repasses estejam corretos. APIs bancárias viabilizam automação financeira e fluxo de caixa. Qualquer alteração na arquitetura fiscal impacta diretamente esse ecossistema. Por isso, a transição para o novo modelo tributário e o fim do TES não podem ser tratados apenas como um ajuste técnico isolado. A importância de um parceiro que domina o ERP e o entorno É nesse ponto que a escolha do parceiro ganha peso estratégico. Em 2026, não basta conhecer o Protheus em sua camada interna. É fundamental dominar o ERP em conjunto com todo o seu ecossistema de integrações. Isso inclui plataformas de e-commerce, marketplaces, hubs de pedidos, soluções de conciliação, logística, fulfillment e integrações financeiras. A Atos Data atua exatamente nesse ponto crítico. Mais do que implementar ajustes fiscais, a empresa desenvolve integrações nativas em ADVPL e TL++, homologadas com parceiros estratégicos como VTEX, AnyMarket, Mercos, plataformas de e-commerce, soluções de conciliação financeira, integrações bancárias, operadores logísticos e ambientes de fulfillment. Esse domínio permite que a evolução do Protheus aconteça sem rupturas no restante da operação. Metodologia, governança e experiência prática Outro fator decisivo em projetos de transição é a forma como eles são conduzidos. Ambientes Protheus complexos exigem metodologia, documentação, governança e acompanhamento contínuo. A Atos Data estrutura seus projetos com base em boas práticas de gestão, cronogramas claros, homologações controladas e visão de risco. Essa abordagem é resultado de mais de uma década de atuação, centenas de projetos entregues e experiência real em ambientes fiscais, financeiros, logísticos e comerciais de alta complexidade. O objetivo não é apenas fazer o sistema funcionar, mas garantir previsibilidade, segurança e capacidade de evolução ao longo do tempo. Por que isso faz diferença na Reforma Tributária e no fim do TES A Reforma Tributária e o fim do TES expõem fragilidades que antes estavam ocultas. Regras antigas, exceções fiscais e integrações mal documentadas deixam de ser apenas detalhes técnicos e passam a representar riscos reais. Quando a transição é conduzida por um parceiro que enxerga o todo, esses riscos são tratados de forma estruturada. O legado é mapeado, traduzido para o novo modelo e integrado ao restante do ecossistema, reduzindo retrabalho e evitando decisões emergenciais. Isso faz com que a empresa atravesse 2026 com mais segurança, menos impacto operacional e maior clareza sobre os próximos passos do ERP. Conclusão: 2026 exige visão sistêmica e decisões conscientes Em 2026, escolher um parceiro Protheus não é uma decisão operacional. É uma decisão estratégica. A Reforma Tributária é apenas o ponto de partida. O verdadeiro desafio está em garantir que o ERP, suas integrações e seus processos evoluam de forma coerente e sustentável. Empresas que optam por parceiros com visão sistêmica, domínio técnico e experiência prática tendem a reduzir riscos, ganhar previsibilidade e construir um ambiente Protheus preparado para o futuro. Mais do que atravessar a transição, trata-se de sair dela mais estruturada, integrada e segura.

O que esperar do ERP em 2026 (e por que este ano não é como os outros)

2026 não é apenas mais um ciclo de atualização Para empresas que utilizam o ERP TOTVS Protheus, 2026 marca um ponto de inflexão. Diferentemente de anos anteriores, as mudanças previstas não se limitam a melhorias incrementais, correções de bugs ou ajustes pontuais de legislação. O que está em curso é uma transformação estrutural na forma como o Protheus lida com regras fiscais, arquitetura tributária e continuidade operacional. Nesse contexto, decisões técnicas que antes podiam ser adiadas passam a ter impacto direto sobre risco fiscal, estabilidade do ERP e capacidade de evolução do sistema. Entender o que esperar do Protheus em 2026 é, portanto, uma etapa essencial para qualquer empresa que dependa do ERP como sistema central de gestão. A evolução natural do ERP e o fim dos modelos legados Historicamente, o Protheus sempre conviveu com camadas de legado. Essa característica permitiu que muitas empresas mantivessem operações estáveis por longos períodos, mesmo sem revisões estruturais profundas. No entanto, esse modelo começa a atingir seu limite. Com a Reforma Tributária e a evolução das releases, o Protheus avança para um modelo mais estruturado, parametrizável e alinhado às exigências fiscais modernas. Como consequência, componentes legados deixam de ser apenas uma herança técnica e passam a representar um ponto de fragilidade. Em 2026, esse movimento se intensifica. O sistema passa a exigir coerência entre regras fiscais, modelo operacional e arquitetura técnica. Ambientes que funcionam hoje, mas que se apoiam em soluções híbridas ou provisórias, tendem a apresentar riscos crescentes. O impacto da Reforma Tributária vai além do fiscal Um erro comum é tratar a Reforma Tributária como um tema exclusivamente fiscal. Na prática, seu impacto no Protheus é profundamente técnico e operacional. Novos tributos, novas regras de apuração e novos modelos de cálculo exigem um ERP capaz de sustentar mudanças contínuas sem gerar retrabalho, inconsistência contábil ou dependência excessiva de ajustes manuais. Isso significa que a forma como o Protheus está configurado hoje influencia diretamente a capacidade da empresa de se adaptar amanhã. Assim, 2026 consolida uma realidade: não basta atender ao mínimo exigido pela legislação. É necessário que o ambiente esteja preparado para evoluir junto com o sistema. Ambientes híbridos: quando a solução temporária vira risco permanente Nos últimos anos, muitas empresas adotaram arquiteturas híbridas no Protheus. Parte das regras fiscais foi modernizada, enquanto a outra parte permaneceu em estruturas legadas. Em um primeiro momento, essa abordagem trouxe conforto e menor impacto operacional. No entanto, à medida que o Protheus evolui, o ambiente híbrido deixa de ser uma solução segura. Ele passa a gerar: Em 2026, a tendência é que esses problemas se tornem mais evidentes. O custo invisível de manter esse tipo de arquitetura começa a superar o custo da transição. Decisões técnicas adiadas “cobram juros“ Outro ponto central do cenário de 2026 é o fim da neutralidade das decisões técnicas. Manter o ambiente como está deixa de ser uma escolha neutra e passa a ser uma decisão ativa, com consequências mensuráveis. Empresas que adiam revisões estruturais no Protheus tendem a enfrentar: Portanto, 2026 não é o ano da pressa, mas é o ano da consciência técnica. O que, de fato, esperar do ERP em 2026 De forma objetiva, empresas usuárias do Protheus devem esperar: Esses pontos não indicam uma ruptura abrupta, mas sim uma transição clara para um modelo mais maduro de uso do ERP. Evoluir o ERP com segurança é uma decisão estratégica É importante reforçar que 2026 não é sobre trocar sistemas ou reinventar operações. Trata-se de evoluir o Protheus de forma consciente, respeitando a complexidade do ambiente e evitando decisões reativas. Empresas que encaram esse momento com planejamento tendem a reduzir riscos, ganhar previsibilidade e criar bases mais sólidas para integração, automação e crescimento. Por outro lado, aquelas que ignoram os sinais de mudança correm o risco de enfrentar transições mais caras e menos controladas no futuro. Conclusão O Protheus de 2026 exige mais do que atualizações técnicas. Ele exige maturidade na forma como as empresas tomam decisões sobre seu ERP. Entender o cenário, reconhecer os limites do legado e planejar a evolução do ambiente são passos fundamentais para garantir continuidade operacional, segurança fiscal e capacidade de adaptação. Mais do que prever mudanças, 2026 convida as empresas a fazerem escolhas conscientes sobre o futuro do seu Protheus.

Contagem Regressiva: O Checklist Final do ERP para a Virada de 2026 (Reforma Tributária)

Parece que foi ontem que começamos a falar sobre a Reforma Tributária, mas o calendário não mente: estamos na segunda quinzena de dezembro de 2025. Faltam pouco mais de duas semanas para a virada de chave mais importante da década no cenário fiscal brasileiro. No dia 01 de Janeiro de 2026, a “fase de testes” acaba e a operação real começa. Se sua equipe já configurou o Configurador de Tributos e ajustou o sistema para a NT 2025.002 v1.33, parabéns. Mas o trabalho só termina quando a primeira nota de 2026 for autorizada. Para te ajudar nessa reta final, preparamos o Checklist de Go-Live da Atos Data. Verifique estes 4 pontos no seu Protheus antes de estourar o champanhe. Validação do “Compliance” vs. Autorização (NT 1.33) Como alertamos anteriormente, a SEFAZ flexibilizou as regras de validação (Nota Técnica 1.33), permitindo que notas sem o destaque de IBS/CBS sejam autorizadas tecnicamente. O Teste Final: Não confie apenas na “tarja verde” de autorização do ambiente de homologação. Verifique o XML. O Teste de Estresse do “Modo Híbrido” Em 2026, seu Protheus vai rodar com dois motores: TES (para ICMS/IPI/PIS/COFINS) e Configurador de Tributos (para IBS/CBS). O Teste Final: Simule operações complexas que envolvem muitas regras simultâneas. A Virada da Numeração e Séries Muitas empresas aproveitam o início do ano para reiniciar numerações ou abrir novas séries de notas fiscais. O Teste Final: Se você planeja mudar a série para marcar o início da Reforma, verifique se os parâmetros de numeração do Protheus (SX5 / Tabela 01) e as amarrações com os terminais de faturamento estão corretos. Nada para uma expedição mais rápido no dia 02 de janeiro do que um erro de “Faixa de Numeração Esgotada” ou “Série Bloqueada”. O Plano de Contingência da Equipe Erros vão acontecer na primeira semana de janeiro. A questão é: quão rápido você consegue reagir? O Teste Final: Sua equipe de suporte (interna ou consultoria) sabe o que fazer se o Configurador de Tributos parar de calcular? 2026 já começou para o Fisco. E para o seu ERP? O tempo de planejar acabou. Agora é hora de revisar e executar. Se você chegou até aqui e sente que ainda existem “pontas soltas” na sua configuração, ou se o teste do XML revelou que os impostos não estão sendo gerados corretamente, não entre em pânico, mas aja rápido.

Reforma Tributária e NT 2025.002 v1.33: Cuidado com a “Pegadinha” da Flexibilização

No dia 02 de dezembro de 2025, foi publicada a versão 1.33 da Nota Técnica 2025.002. Esta atualização trouxe ajustes importantes para viabilizar o início da Reforma Tributária em 2026, corrigindo validações e flexibilizando regras que poderiam travar o faturamento das empresas. Confira tudo sobre a Reforma Tributária NT 2025.002 v1.33. No entanto, essa “suavização” técnica esconde um risco jurídico grave. Muitos gestores podem interpretar a flexibilização como uma permissão para adiar a adequação do ERP. Isso seria um erro estratégico fatal. Neste artigo, analisamos o que muda com a NT 1.33, o impacto no seu Protheus e por que interromper seu projeto agora pode gerar autuações milionárias. A Grande “Pegadinha”: Validação Técnica vs. Obrigação Legal (Regra UB12-10) A mudança mais polêmica está na Regra UB12-10. Originalmente, ela rejeitaria qualquer nota fiscal que não tivesse o destaque de IBS e CBS. Na versão 1.33, essa obrigatoriedade foi postergada para “Implementação Futura”. Atenção: A Lei Complementar nº 214/2025 permanece válida. O contribuinte que optar por não destacar IBS e CBS estará em “não compliance”, ficando sujeito a autuações. Correções Importantes: Incentivos e Lógica Matemática Além da flexibilização, a NT 1.33 trouxe correções necessárias para cenários específicos: Prazos de Implementação: O Artigo 348 e o Perigo de Parar o Projeto no Protheus A mensagem da TOTVS e dos especialistas é clara: não reduza o ritmo. O Artigo 348 da Lei Complementar estabelece que a dispensa do recolhimento dos tributos em 2026 está condicionada ao cumprimento das obrigações acessórias (destaque na nota). Interromper a adequação do Protheus agora é um retrocesso estratégico. O “Modo Híbrido” (Configurador para novos impostos + TES para antigos) continua sendo o único caminho viável. Além disso, com a previsão de que o Configurador de Tributos se torne o motor definitivo na release de Outubro de 2026, qualquer atraso agora acumulará uma dívida técnica impagável para o próximo ano.  Como a Atos Data Acelera Sua Adequação (Carga Otimizada) Para evitar que sua empresa caia na vala comum do “não compliance”, a Atos Data utiliza uma metodologia exclusiva de Carga Automatizada: A flexibilização da SEFAZ é temporária. A lei é permanente. Não corra riscos. Fale com a Atos Data e garanta sua conformidade para 2026.